Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Tarcísio comenta Caso Gisele pela 1ª vez e defende prisão do tenente-coronel

Tarcísio defende prisão do tenente-coronel e apresentação à Justiça, após feminicídio da soldado Gisele e abertura de processo contra o policial

Tarcísio de Freitas disse que crime não ficará impune
0:00
Carregando...
0:00
  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que o posicionamento público é prender o criminoso e apresentá-lo à Justiça.
  • Gisele Alves Santana foi encontrada morta em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava, no Brás, região central de São Paulo; o caso foi registrado inicialmente como suicídio.
  • O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto tornou-se réu por feminicídio e fraude processual e foi preso em São José dos Campos.
  • A defesa de Geraldo Neto nega que ele tenha matado a mulher; relatório da Polícia Civil descreve o suposto ataque que levou à morte.
  • Em janeiro de dois mil e vinte e seis, o estado registrou um recorde de feminicídios, com vinte e sete casos; o número supera o de janeiro de dois mil e vinte e quatro.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, falou pela primeira vez sobre o caso que envolve a morte da soldado Gisele Alves Santana, ocorrida no Brás, região central de São Paulo. Em entrevista a jornalistas, ele afirmou que o posicionamento público do governo é prender o criminoso e apresentá-lo à Justiça, para que o crime não fique impune.

Gisele foi encontrada morta em 18 de fevereiro no apartamento onde morava. O caso era registrado inicialmente como suicídio, com base no boletim de ocorrência apresentado pelo marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Uma mudança de versão surgiu com o desdobramento da investigação.

Cerca de um mês após a morte, Geraldo Neto tornou-se réu por feminicídio e fraude processual. Ele foi preso no dia 18 de março, em São José dos Campos. A defesa do tenente-coronel nega que ele tenha matado a mulher, enquanto a Polícia Civil descreve que houve imobilização e disparo durante o crime.

Em declaração pública, o governador reiterou que a punição deve ser severa, com o policial sendo preso, julgado e punido conforme a lei. O caso ganhou destaque após o registro de um recorde de feminicídios em janeiro de 2026 no estado, com 27 ocorrências, segundo a SSP-SP.

Dados oficiais apontam que janeiro de 2026 registrou mais feminicídios do que o mesmo mês em 2024, alimentando o debate sobre violência contra a mulher no estado. As autoridades ressaltam a necessidade de resposta firme e de responsabilização dos envolvidos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais