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STF quer que CPMI explique pedido de número contatado por Vorcaro

STF cobra explicação da CPMI sobre pedido de informações de número ligado a Vorcaro e não confirma se o aparelho pertence a Moraes

CPMI quer saber de quem é o número de celular identificado como destinatário das mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em 17 de novembro de 2025, dia em que ele foi preso
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  • STF quer que a CPMI do INSS explique a finalidade do pedido de informações sobre as conversas de um contato ligado ao tribunal nos registros do celular de Daniel Vorcaro; o STF não informou se o telefone pertence ao ministro Alexandre de Moraes.
  • Em ofício assinado pelo STF, a Diretoria-Geral afirma que é preciso delimitar a finalidade do pedido e, dependendo do objeto, a matéria pode não ser de atribuição da diretoria, cabendo encaminhamento à presidência.
  • o senador Carlos Viana (Podemos-MG) encaminhou, em 19 de março, ofício solicitando que o STF informasse, no prazo de dois dias úteis, os usuários dos últimos cinco anos do número de celular indicado.
  • No dia 23 de março, fim do prazo, Viana disse que iria questionar o presidente do STF para saber quem usava o número contatado por Vorcaro no dia de sua prisão; a CPMI pediu identificação pelo Sittel, que apontou o número como ligado ao STF.
  • A tendência é o STF rejeitar o pedido, alegando violação de privacidade; Vorcaro está preso e há perspectiva de delação premiada, mas sem perícia é difícil comprovar envio ou recebimento das mensagens entre Vorcaro e Moraes.

O Supremo Tribunal Federal (STF) quer que a CPMI do INSS explique a finalidade do pedido de informações sobre as conversas de um contato ligado ao tribunal nos registros do celular de Daniel Vorcaro, fundador do Master. O ofício, assinado em 23 de março de 2026, não respondeu se o número pertence ao ministro Alexandre de Moraes.

A Diretoria-Geral do STF afirmou que a avaliação da solicitação depende de delimitar o alcance do pedido. Segundo o texto, a matéria pode não ser de atribuição da Diretoria, cabendo à Presidência decidir o que fazer.

O senador Carlos Viana, presidente da CPMI, encaminhou um ofício em 19 de março pedindo informações sobre quem foram os usuários do número nos últimos cinco anos. O prazo de dois dias úteis venceu em 23 de março, sem resposta formal do STF.

Em 17 de novembro de 2025, Vorcaro enviou mensagens via WhatsApp no dia de sua prisão pela PF. A CPMI pediu o número do destinatário por meio do Sittel; a resposta indicou que o telefone pertencia ao STF. O Poder360 confirmou que o número foi usado pelo ministro Moraes.

Moraes negou ter recebido as mensagens. Em 16 de março, Viana afirmou que o STF teria acessado os dados do celular de Vorcaro e que o destinatário era um aparelho funcional do STF, depois recuando a respeito da titularidade.

Em 19 de março, Viana publicou que a informação veio de consulta a operadoras via Sittel. A jornalista Malu Gaspar veiculou que Vorcaro e Moraes teriam trocado mensagens naquele dia, sem esclarecer como obteve o dado.

ENTENDA

O STF reconhece a relevância da CPMI, mas solicita esclarecimentos sobre a abrangência da requisição. A Corte aponta que a deliberação envolve questões de privacidade de magistrados e pode exigir encaminhamento à Presidência.

A situação envolve disputas entre os investigados, sem confirmação oficial de quem realmente utilizava o número no momento dos fatos. A CPMI do INSS continua acompanhando o andamento da solicitação.

A defesa de Moraes, o próprio STF e as informações divulgadas seguem sob apuração. O caso envolve registros telefônicos, perícias e possíveis conflitos entre autoridades da Justiça e membros do Legislativo.

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