- Trump nomeou Mark Zuckerberg, CEO da Meta, e Jensen Huang, CEO da Nvidia, entre outros, para o Conselho de Assessores do Presidente em Ciência e Tecnologia (PCAST).
- O conselho foi criado por decreto executivo e anunciado pela Casa Branca na quarta-feira, 25 de março de 2026, com copresidência de David Sacks e Michael Kratsios.
- Os 13 nomes iniciais incluem Larry Ellison (Oracle), Sergey Brin (Google), Lisa Su (AMD), Michael Dell (Dell Technologies), Fred Ehrsam (Coinbase) e Marc Andreessen (capital de risco).
- O PCAST pode ter até 24 membros, com novas nomeações esperadas em breve e a primeira reunião ainda por marcar.
- O grupo vai abordar oportunidades e desafios das tecnologias emergentes para a força de trabalho dos Estados Unidos, mantendo o enfoque na Era de Ouro da Inovação, conforme a Casa Branca; a nomeação acompanha a formulação de políticas nacionais para IA.
O presidente Donald Trump nomeou um grupo de líderes do setor de tecnologia para o seu Conselho de Assessores do Presidente em Ciência e Tecnologia (PCAST). Entre os indicados estão Mark Zuckerberg, CEO da Meta, e Jensen Huang, CEO da Nvidia. A nomeação ocorreu nesta semana, segundo anúncio da Casa Branca, publicado na quarta-feira, 25 de março de 2026. O objetivo é orientar políticas sobre tecnologias emergentes e impactos na força de trabalho.
O PCAST é copresidido por David Sacks, empresário ligado à IA e cripto, e por Michael Kratsios, ex-Diretor de Tecnologia dos EUA. Além deles, integram o núcleo inicial 13 nomes que incluem executivos de tecnologia e empresários de alto perfil. A lista também traz Larry Ellison, Sergey Brin, Lisa Su, Michael Dell, Fred Ehrsam e Marc Andreessen, entre outros.
A Casa Branca informou que o conselho pode chegar a 24 membros e que novas nomeações devem ocorrer em breve. O foco inicial do PCAST será identificar oportunidades e desafios das tecnologias emergentes para a força de trabalho americana, com prioridade para promover prosperidade na Era da Inovação.
Composição do conselho
Entre os nomeados figuram líderes de grandes empresas e fundos de investimento, com atuação em áreas como computação, IA, nuvem, semicondutores e energia. A atuação do grupo buscará consolidar diretrizes sobre práticas de inovação, economia digital e segurança tecnológica.
A decisão ocorre em meio a uma estrutura de política nacional para IA divulgada pela Casa Branca na semana anterior, que propõe padrões regulatórios possíveis via agências federais, sem criação de novo órgão regulador específico.
O anúncio reforça o histórico de consultoria científica presidencial iniciado no governo de Franklin D. Roosevelt, em 1933, e marca uma continuidade de esforços para alinhar ciência, tecnologia e governança pública aos interesses nacionais.
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