- STF derrubou liminar de Mendonça que mandava o Senado prorrogar a CPMI do INSS.
- CPMI identificou quadrilhas e tem 14 pessoas presas nos núcleos principais das operações.
- Relatório final será apresentado e votado na sexta-feira, 27 de março de 2026.
- Viana disse que o fim da CPMI representa “fim dos sonhos dos aposentados”.
- Governo teve votos suficientes para impedir avanços das investigações; o presidente da CPMI criticou decisões do STF e pediu mudanças legais para ampliar poderes das CPMIs.
O plenário do STF decidiu suspender a liminar de Alexandre de Moraes que ordenava ao Senado a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS. A mudança encerra a tentativa de manter a comissão em funcionamento por tempo adicional.
A CPMI do INSS concluiu seu relatório final, que deverá ser votado na sexta-feira, 27 de março de 2026. A investigação se debruçou sobre desvios envolvendo quadrilhas responsáveis por irregularidades em benefícios.
Ao todo, 14 pessoas já foram presas por integrarem os núcleos principais das operações fraudulentas, segundo a presidência da CPMI. A comissão afirmou ter identificando os mecanismos utilizados para desviar recursos.
Narração da atuação e críticas
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), enfatizou que o trabalho exposto ao Brasil revelou quem foram os responsáveis pelos desvios, como as fraudes operavam e de onde saiu o dinheiro.
Viana também afirmou que parlamentares do bloco governista tiveram votos para frear avanços nas apurações sobre pessoas consideradas relevantes na República. Ele cobrou mudanças legais para ampliar o poder das CPIs.
O congressista criticou decisões do STF que, na visão dele, limitaram o alcance das investigações. Também pediu uma revisão na legislação para ampliar as prerrogativas das comissões parlamentares.
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