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STF inicia julgamento sobre decisão de Mendonça que prorrogou CPMI do INSS

STF julga prorrogação da CPMI do INSS após Mendonça estabelecer prazo de leitura do requerimento; plenário decide continuidade dos trabalhos

Sessão plenária do STF em 4 de fevereiro de 2026 — Foto: Antonio Augusto/STF
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  • STF iniciou nesta quinta-feira o julgamento sobre a prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS, com análise da decisão individual do ministro André Mendonça.
  • Mendonça havia fixado prazo de 48 horas para o Congresso ler o requerimento de prorrogação, sob pena de continuação automática dos trabalhos.
  • A ação foi apresentada pelo senador Carlos Viana, o deputado Alfredo Gaspar e o deputado Marcel Van Hattem, todos integrantes da CPMI.
  • Os parlamentares apontam omissão da Mesa Diretora do Congresso e de seu presidente, Davi Alcolumbre, na leitura e tramitação do requerimento.
  • O plenário do STF vai decidir se mantém a determinação de Mendonça; se não for prorrogada, a CPMI encerraria atividades no próximo sábado, 28 de março.

O STF iniciou o julgamento da prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS, com foco na decisão individual do ministro André Mendonça. A análise envolve o prazo para ampliar a atuação da comissão parlamentar de inquérito.

A ação foi apresentada por senador Carlos Viana, presidente do colegiado, e pelos deputados Alfredo Gaspar e Marcel Van Hattem. Eles apontam omissão da Mesa Diretora do Congresso na tramitação do requerimento de prorrogação.

Mendonça havia fixado o prazo de 48 horas para a leitura do requerimento, sob pena de continuação automática da CPMI. Caso a leitura não fosse feita, a CPMI deveria encerrar os trabalhos até o dia 28.

Participantes e enquadramento

O relato da ação indica que a leitura do pedido não ocorreu, o que, para os parlamentares, contraria a Constituição e o regimento do Congresso. Eles sustentam que a prorrogação é ato vinculado e não depende de avaliação de conveniência pelo comando da Casa.

Segundo os parlamentares, a decisão do presidente do Congresso inviabilizaria investigações sobre fraudes envolvendo aposentados e pensionistas do INSS. O julgamento no plenário do STF vai definir se a determinação de Mendonça permanece.

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