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STF tende a favorecer Alcolumbre e derrubar CPMI do INSS

Se a tendência se confirmar, Alcolumbre vence politicamente e Mendonça perde, com empate possível que derrubaria a prorrogação da CPMI do INSS

A CPMI investiga fraudes em empréstimos consignados de aposentados e pensionistas do INSS; na foto, Davi Alcolumbre
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  • O STF tende a derrubar a decisão de André Mendonça de mandar o Senado prorrogar a CPMI do INSS; a corte analisa a ação nesta quinta-feira, 26 de março de 2026.
  • Se confirmada a tendência, haverá vitória de Davi Alcolumbre e derrota política de Mendonça; o equilíbrio pode levar a um empate em cinco a cinco.
  • Devem votar a favor da prorrogação Fachin, Carmen Lúcia, Luiz Fux; contra, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes; Toffoli e Nunes Marques estão em dúvida.
  • Caso Toffoli vote contra, pode haver empate a cinco; se houver abstenção de Fachin, o placar ficaria em cinco a quatro contra Mendonça.
  • A CPMI investiga fraudes em empréstimos consignados de aposentados e pensionistas do INSS, e encerraria as atividades em 28 de março; Mendonça foi sorteado relator e deu 48 horas para Alcolumbre ler o requerimento de extensão, que pode chegar a até 120 dias.

O Supremo Tribunal Federal deve analisar nesta quinta-feira a prorrogação da CPMI do INSS, decisão que caberá ao Senado ampliar os trabalhos. A avaliação envolve a ação movida contra a prorrogação determinada pelo ministro André Mendonça. A expectativa é de que o STF possa julgar a constitucionalidade do pedido.

Caso a Corte confirme a leitura pró-prorrogação, a decisão representará uma vitória para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e uma derrota para Mendonça. O placar permanece incerto, com ministros divididos em favor e contra a prorrogação.

Cenário de votação

Edson Fachin, Cármen Lúcia e Luiz Fux apoiam a prorrogação, enquanto Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes costumam rejeitar o pedido. Dias Toffoli e Nunes Marques ainda têm posição indefinida. Fachin pode votar por último, o que pode alterar o resultado final. Se houver empate, a decisão típica recai contra Mendonça, derrubando a prorrogação.

A CPMI investiga fraudes em empréstimos consignados de aposentados e pensionistas do INSS, com o objetivo de apurar irregularidades. O colegiado encerraria as atividades em 28 de março, caso não haja nova extensão. Mendonça foi sorteado relator da ação e estabeleceu um prazo de 48 horas para Alcolumbre analisar o requerimento de extensão por mais 60 dias.

O ministro não definiu o número de dias da prorrogação. A CPMI pode receber uma extensão de até 120 dias, caso o pedido seja aceito pelo STF. A votação, marcada para esta quinta, poderá definir o futuro imediato da comissão e de sua atuação.

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