- A Câmara de Campina Grande realizou a 14ª Sessão Ordinária, com foco em preços de combustíveis, saúde, segurança pública e infraestrutura de bairros.
- O vereador Alexandre Pereira propôs que a população peça notas fiscais após abastecimentos como forma de combater aumentos considerados abusivos.
- O tema saúde ganhou destaque com a transferência de uma criança do Hospital da Criança para o Trauma, denúncia sobre equipamentos quebrados e a instauração de sindicância para apurar possíveis falhas.
- Em segurança e infraestrutura, houve relato de roubo de hidrômetros na Zona Leste e a instalação de faixas de pedestres em bairros atendidos pela comunidade.
- Também houve debates sobre políticas para mulheres, orçamento da saúde e críticas à gestão pública, incluindo homenagens e pedidos de maior transparência no atendimento a pacientes e gestantes.
A Câmara Municipal de Campina Grande realizou a 14ª Sessão Ordinária nesta quarta-feira (25), sob a presidência de Dinho Papa-Léguas e secretariado por Jô Oliveira. O debate abordou preços de combustíveis, saúde, segurança pública e infraestrutura de bairros, com aprovação de requerimentos, moções de aplausos e de pesar.
O plenário discutiu, inicialmente, o aumento do combustível na cidade. O vereador Alexandre Pereira defendeu o livre mercado, mas criticou preços abusivos, propondo que cidadãos exijam notas fiscais após abastecerem. A ideia visa aumentar a transparência nas cobranças.
Segurança pública e infraestrutura
Severino da Prestação parabenizou a comunidade do Jardim Borborema e informou a instalação de duas faixas de pedestres nos bairros Novo Horizonte e da Ressurreição, com apoio da SESUMA e da Prefeitura. Também mencionou o projeto “Rota Segura” para transporte exclusivo de mulheres.
Frank Alves denunciou o alto índice de roubo de hidrômetros na Zona Leste e pediu providências da segurança pública diante dos transtornos nos bairros. A pauta também destacou atraso na reposição de equipamentos.
Saúde e atuação da Câmara
Rafafá, presidente da Comissão de Saúde, informou acompanhamento de caso envolvendo uma criança internada no Hospital da Criança e transferida para o Hospital de Trauma. Membros da comissão vão ao hospital para entender as etapas do atendimento.
O parlamentar externou solidariedade aos comerciantes do entorno do Açude Velho ante a decisão do Ministério Público de fechar temporariamente quiosques para regularizar o descarte de esgoto. Questionou a proporção do volume de esgoto despejado pela CAGEPA.
Waléria Assunção apresentou detalhes do caso de uma criança de um ano e meio que passou por um atendimento complexo, com suspeita de piora. A vereadora criticou falhas no atendimento inicial e pediu apuração de possíveis falhas.
Avaliação de gestão e próximas ações
Jô Oliveira reforçou críticas ao planejamento orçamentário na saúde e destacou a necessidade de gestão eficiente no programa da carreta da saúde. Também homenageou Dani Morais, falecida durante parto na Maternidade ISEA.
Wellington Cobra abordou a possível transferência do laboratório de tuberculose devido a aluguel não pago, em meio a críticas à gestão pública. O vereador também pediu apuração rigorosa sobre o caso da criança transferida para o Trauma.
Alexandre Pereira pediu cautela ao tratar casos de saúde até que trâmites sejam concluídos e destacou ações já em andamento no Hospital da Criança, ressaltando sua relevância na rede pública frente à escassez de pediatras.
Aninha Cardoso mencionou a lei de pré-natal completo, já aprovada, que não estaria sendo plenamente implementada. Kallyna Dias e outras vereadoras reforçaram a necessidade de melhorias na saúde municipal.
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