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Apoiadora reza em frente ao hospital antes da alta de Bolsonaro

Bolsonaro recebe alta após 14 dias, inicia prisão domiciliar de 90 dias com tornozeleira eletrônica e restrições a visitas

Apoiadora do ex-presidente ajoelhada enquanto reza em frente ao hospital
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  • Bolsonaro recebeu alta do Hospital DF Star nesta sexta-feira, após 14 dias de internação, e retornou para a residência no Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico, cerca de 20 quilômetros da unidade.
  • O ex-presidente de 71 anos cumprirá prisão domiciliar por 90 dias, a partir desta sexta, com uso de tornozeleira eletrônica previsto pelo ministro Alexandre de Moraes.
  • A saída do hospital ocorreu por volta das 10h; apoiadores estavam em frente à instituição, e uma apoiadora se ajoelhou para rezar.
  • Moraes estabeleceu regras da prisão domiciliar, incluindo suspensão de visitas não familiares por 90 dias, permissão de visitas de Flávio, Carlos e Jair Renan Bolsonaro em horários específicos e restrições de uso de celular.
  • Entre as medidas, Bolsonaro não poderá usar redes sociais nem ter fotos ou vídeos divulgados; médicos podem autorizar internação sem decisão judicial, se necessário, e algumas equipes não precisarão de autorização para visitas.

O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o Hospital DF Star, em Brasília, nesta sexta-feira (27.mar.2026), após 14 dias internado. Ele seguiu para a residência no Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico, a cerca de 20 km da unidade. A alta ocorreu por volta das 10h, após tratamento médico para broncopneumonia bacteriana bilateral.

Bolsonaro, de 71 anos, estava internado desde 13 de março, quando passou mal no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. O quadro de saúde foi responsável por mudanças no acompanhamento médico e na avaliação de sua prisão domiciliar.

A decisão de conceder a prisão domiciliar temporária partiu do ministro Alexandre de Moraes. O pedido levou em conta intercorrências médicas recentes e a avaliação da Procuradoria Geral da República.

Prisão domiciliar

A medida vale por 90 dias a partir da alta hospitalar e inclui regras específicas de monitoramento. Bolsonaro deverá usar tornozeleira eletrônica e cumprir horários de visitas apenas para familiares diretos e médicos, conforme determinação judicial.

Moraes destacou que a recuperação total pode levar de 45 a 90 dias, dependendo do estado de saúde do paciente idoso. A reavaliação da prisão domiciliar ocorrerá ao fim desse prazo, com possível perícia médica, se houver necessidade.

Outras imposições incluem suspensão de visitas de não familiares, proibição de uso de celular e de divulgação de imagens ou vídeos. Médicos terão livre acesso para visitas sem necessidade de autorização prévia.

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