- O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu à Justiça que o goleiro Bruno retorne à prisão em regime fechado; a informação foi divulgada nesta sexta-feira (27).
- Bruno continua foragido há mais de 20 dias para cumprir pena pela morte de Eliza Samúdio em regime semiaberto.
- Ele perdeu o direito à liberdade condicional no dia 5, por violar regras do benefício.
- Em fevereiro, o jogador deixou o estado do Rio sem autorização para disputar uma partida pela Copa do Brasil no Acre.
- O MP pediu a instauração de procedimento disciplinar e aponta descumprimento de medidas desde a progressão para o semiaberto harmonizado com prisão domiciliar, incluindo não manter endereço atualizado, frequentar lugares sem autorização e presença na arquibancada do Maracanã em 4 de fevereiro, com registro de fotos nas redes sociais.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) pediu à Justiça que o goleiro Bruno retorne ao regime fechado de prisão. O pedido foi divulgado nesta sexta-feira (27) e envolve o cumprimento da pena pela morte de Eliza Samudio. Bruno está foragido há mais de 20 dias.
Ele havia perdido o direito à liberdade condicional no dia 5, após violar regras do benefício. A defesa já recorreu da decisão, mas os argumentos não foram aceitos pelo juiz responsável.
Bruno deixa o estado do Rio sem autorização para atuar, viajou ao Acre para disputar uma partida pela Copa do Brasil e permanece em local não divulgado.
Pedido do MP
O MP solicita, além do regime fechado, a instauração de procedimento disciplinar contra o goleiro na Vara de Execução Penal. Segundo a Promotoria, ele descumpriu medidas mesmo antes da revogação da liberdade condicional.
As violações citadas incluem não manter endereço atualizado e frequentar lugares em horários não autorizados. O Ministério Público também aponta que Bruno esteve na arquibancada do Maracanã em 4 de fevereiro, acompanhando um jogo às 19h, com registro de fotos nas redes sociais.
Histórico de violações
Conforme o MP, as irregularidades teriam ocorrido desde a progressão para o semiaberto harmonizado com prisão domiciliar. A promotoria sustenta que Bruno desrespeitou regras relacionadas ao acompanhamento de pena ao longo de três anos.
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