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Relator da CPMI do INSS inicia leitura de documento sobre investigações

Relator da CPMI do INSS inicia leitura do relatório com conclusão das investigações, apontando quatro mil e quatrocentas páginas e indiciamento de duzentas e vinte pessoas

CPMI do INSS nesta sexta-feira (27). — Foto: Vinícius Cassela/g1
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  • O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, iniciou a leitura do relatório nesta sexta-feira (27), apresentando a conclusão das investigações.
  • O parecer foi concluído na madrugada e traz 4.400 páginas, com indiciamento de cerca de 220 pessoas.
  • A sessão contou com 30 parlamentares, sendo 18 da base do governo e 11 da oposição.
  • A CPMI foi criada em 2025 para apurar descontos irregulares em benefícios previdenciários, apontados por PF e CGU.
  • O prazo para leitura e votação do relatório ficou sujeito à decisão do STF sobre prorrogação, com possibilidade de reunião de emergência em caso de pedido de vista.

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), começou a ler seu relatório nesta sexta, dia 27. O objetivo é apresentar a conclusão das investigações da comissão. A leitura ocorre em sessão aberta, com sustentação oral dos parlamentares.

Ao todo, 30 congressistas estavam presentes: 18 da base do governo e 11 da oposição. Gaspar informou que o parecer foi finalizado durante a madrugada, com o documento reunindo 4.400 páginas e indiciando cerca de 220 pessoas.

Entenda a CPMI do INSS

A CPMI foi criada para apurar descontos irregulares em benefícios previdenciários, principalmente realizados por entidades associativas sem autorização de aposentados e pensionistas. O requerimento surgiu em 2025, após ações da PF e da CGU.

A comissão foi instalada em 20 de agosto de 2025, com Carlos Viana (Podemos-MG) na presidência e Gaspar na relatoria. Os trabalhos começaram no dia 26 de agosto, quando plano de trabalho e requerimentos foram aprovados.

Ao longo de aproximadamente seis meses, ouviram-se servidores do INSS, representantes das entidades investigadas, aposentados atingidos, bem como membros da PF, CGU e Ministério da Previdência.

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