- STF rejeitou a prorrogação da CPMI do INSS por oito votos a dois, nesta quinta-feira, 26 de março de 2026.
- O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, disse que pretende ler e votar o relatório final nesta sexta-feira, 27 de março de 2026.
- O relator Alfredo Gaspar afirmou que o relatório tem cerca de cinco mil páginas e recomenda o indiciamento de duzentos e twenty-eight pessoas.
- O deputado Paulo Pimenta informou que apresentará um relatório alternativo.
- Votos contrários à prorrogação foram de Flávio Dino, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Edson Fachin; Mendonça votou a favor, assim como Luiz Fux.
O Supremo Tribunal Federal rejeitou a prorrogação da CPMI do INSS por 8 votos a 2, mantendo o andamento conforme o veredito anterior. O senador Carlos Viana, do Podemos-MG, informou que pretende ler e votar o relatório final nesta sexta-feira.
O relatório, assinado pelo relator Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), tem cerca de 5.000 páginas e recomenda o indiciamento de 228 pessoas. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que pode apresentar um relatório alternativo.
A decisão do STF encerra a possibilidade de estender os trabalhos por até 120 dias, conforme pleito da CPMI. O ministro André Mendonça, relator do caso na Corte, havia manifestado concordância com a prorrogação antes da votação.
Entre os temas da comissão, estavam descontos indevidos em benefícios do INSS e possíveis ligações entre o Banco Master e irregularidades em empréstimos consignados a aposentados. Recentemente, a CPMI também esteve envolvida em Contatos vazados de conversas do empresário dono do banco citado.
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