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Tebet diz que Nunes a chamou de marionete de Lula

Tebet rebate acusação de Nunes de ser “marionete de Lula”, afirma que foi deselegante e que não é forma de fazer política, ao filiar-se ao PSB e concorrer ao Senado

Na imagem, Simone Tebet segurando ficha de filiação ao PSB
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  • No ato de filiação ao Partido Socialista Brasileiro, Tebet rebateu o prefeito Ricardo Nunes (MDB), que a chamou de “marionete de Lula”; ela afirmou que foi deselegante com as mulheres brasileiras.
  • Tebet disse que há carinho por Nunes e que não é forma de se fazer política, afirmando que ninguém a manipulando.
  • A ministra mantém respeito pelo presidente e pelo vice, Geraldo Alckmin, e afirmou atender a um pedido de ambos para concorrer ao Senado por São Paulo.
  • Tebet disputará uma vaga de senadora em dois mil vinte e seis ao lado da chapa governista; nomes cogitados para a disputa incluem Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB), com Alckmin ainda em aberto sobre a participação.
  • Tebet deixa o MDB, partido no qual atuou por vinte e nove anos; é natural de Mato Grosso do Sul e já ocupou cargos como deputada estadual, prefeita, secretária de governo, vice-governadora e senadora.

Na filiação ao PSB ocorrida nesta sexta-feira (27 de março de 2026), a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, rebateu críticas do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que a chamou de marionete de Lula. Tebet afirmou ter carinho por Nunes, mas considerou a ofensa deselegante e afirmou que não é a forma de se fazer política.

Durante o ato no Hall Monumental da Assembleia Legislativa de São Paulo, Tebet classificou a fala de Nunes como agressiva às mulheres brasileiras e destacou que atende a um pedido de Lula e de Geraldo Alckmin para concorrer ao Senado por São Paulo. Ela também reiterou respeito aos dois, mantendo posição de independência política.

A candidata disputa uma vaga ao Senado em 2026, compondo a chapa governista. O segundo nome da corrida permanece em aberto, com rumores envolvendo Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB). Na segunda-feira anterior, Alckmin sinalizou interesse em concorrer ao Senado.

Tebet deixa o MDB após 29 anos, seu único partido ao longo da carreira. É natural de Mato Grosso do Sul e já ocupou cargos como deputada estadual, prefeita, secretária de governo, vice-governadora e senadora antes de sua filiação ao PSB.

Contexto da filiação e desdobramentos

A filiação ao PSB marca mudança importante na trajetória política de Tebet, que busca consolidar apoio para a disputa ao Senado em 2026. A reação a Nunes enfatiza o tom das críticas públicas entre aliados e opositores na arena paulista. Tebet mantém o foco na pauta de governo e na chapa de coalizão.

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