- Já está em vigor a lei que autoriza a venda de medicamentos em supermercados em todo o país, com regras específicas de funcionamento.
- Os remédios devem ficar em ambiente separado dos alimentos e contar com um farmacêutico responsável presente.
- Antes, farmácias dentro de supermercados eram independentes e localizadas após os caixas; agora, se forem do mesmo grupo econômico, podem funcionar ao lado do check-out.
- O espaço precisa ser fechado, separado dos alimentos, e seguir as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
- A medida foi recebida como facilitadora para idosos e famílias, ampliando pontos de atendimento e a conveniência para os consumidores.
Começou a vigorar esta semana a lei que autoriza a venda de medicamentos em supermercados em todo o Brasil. A medida entra em vigor para regular a comercialização de remédios dentro de redes de varejo, com regras específicas para garantir a segurança do consumo.
Entre as exigências, está o ambiente separado dos demais produtos e a presença de um farmacêutico responsável. A nova norma exige que o espaço seja fechado, distinto dos itens alimentícios, e siga as normas da Anvisa.
A população reage de forma favorável à mudança, citando a economia de tempo. Uma dona de casa, cujo marido é diabético, aponta que ter tudo em um único local facilita o dia a dia sem necessidade de deslocamentos maiores.
Mudanças na prática
De acordo com o presidente da Federação Brasileira das Associações de Farmácias, a novidade amplia o alcance das farmácias dentro de supermercados. Ele explica que 20% dos supermercados já contavam com uma farmácia, mas, agora, se a unidade pertencer ao mesmo grupo econômico, pode funcionar ao lado do check-out, desde que siga as regras estabelecidas.
O presidente da Associação Brasileira de Supermercados ressalta que a medida facilita o acesso a serviços de saúde para idosos e famílias, aumentando os pontos de atendimento. Consumidores também veem benefício na disponibilidade de medicamentos perto do cotidiano de compras.
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