- O grupo Pussy Riot occupou a sede da Ubiquiti, em Manhattan, para protestar contra o papel da empresa na suposta comunicação militar russa.
- A organização afirma que o hardware da Ubiquiti tem sido usado pela Força Armada da Rússia para se comunicar com tropas na linha de frente, contribuindo para “milhares de casos documentados de crimes de guerra”.
- Segundo alega, desde a desativação do Starlink, a Rússia busca alternativas de comunicação, com as unidades da Ubiquiti sendo utilizadas para enviar sinais a até quinze quilômetros da linha de frente.
- O grupo apresentou três demandas: cumprir sanções dos Estados Unidos, reconhecer o uso pela army russa e trabalhar com a Ucrânia para impedir esse uso.
- Em resposta, a empresa parceira Square disse ter desativado a conta usada para vender camisetas em shows dos Pussy Riot; o grupo acusou a medida de mirar apenas ativistas e não criminosos de guerra.
Pussy Riot realizou uma ocupação nas dependências da empresa Ubiquiti, em Manhattan, na sexta-feira, para protestar contra o suposto papel da companhia na agressão militar russa. O grupo afirmou que a atuação da empresa facilita a comunicação entre tropas na linha de frente e, assim, participa de supostos crimes de guerra documentados pela Rússia.
Em vídeo divulgado pelo coletivo, uma integrante explica que o uso dos dispositivos da Ubiquiti tem permitido a comunicação entre militares russos, o que, segundo o grupo, sustenta ações descritas como crimes de guerra. O protesto ocorreu após a desativação de Starlink pela Rússia, segundo a narrativa apresentada pelo Pussy Riot.
O grupo apresentou três exigências: cumprir sanções impostas pelos EUA, reconhecer o uso dos equipamentos pela Força Russa e colaborar com a Ucrânia para interromper essa utilização. A organização afirmou que a resposta da Ubiquiti foi contatada pela empresa parceira Square, que desativou a conta associada à venda de camisetas em shows do Pussy Riot.
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