- Eduardo Bolsonaro filmou com celular durante a CPAC, nos Estados Unidos, para mostrar ao pai, Jair Bolsonaro, que estaria representando o movimento no Brasil.
- Moraes autorizou a prisão domiciliar humanitária temporária de Jair Bolsonaro por até noventa dias para tratamento de broncopneumonia, com avaliação após o período.
- O ex-presidente, condenado por tentativa de golpe, está proibido de usar telefone, celular ou dispositivos de comunicação com o exterior, direto ou por terceiros.
- Mesmo visitantes autorizados devem entregar os aparelhos à polícia na entrada; visitas dos filhos seguem horários limitados a quartas e sábados.
- Moraes negou pedido de ampliação de horários de visitação e destacou que o descumprimento das regras pode levar à revogação da prisão domiciliar e retorno ao regime fechado.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro filmou com o celular uma breve declaração feita durante a Conferência da CPAC, nos Estados Unidos, neste sábado. O vídeo seria dirigido ao pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. Moraes autorizou a medida de confinamento do ex-presidente.
A gravação ocorreu antes do discurso do irmão de Eduardo, o senador Flávio Bolsonaro, no evento que reúne representantes da direita e da extrema direita. A ação acontece em meio a decisões sobre a restrição de comunicação do ex-presidente.
Ação de Eduardo ocorreu sem a liberação de celular para Bolsonaro. Moraes proibiu o uso de telefones ou dispositivos que conectem ao exterior, inclusive por terceiros, na prisão domiciliar humanitária temporária.
Medidas de prisão domiciliar
Jair Bolsonaro recebeu autorização para cumprir o regime por 90 dias, a partir da alta médica, para recuperação de broncopneumonia. A transferência da cela para a residência era sujeita a regras estritas.
A determinação de Moraes incluiu a entrega de aparelhos aos policiais na entrada de visitas. Além disso, há horários limitados para visitas de filhos que não residem com o ex-presidente.
Visitas e regras adicionais
Neste sábado, Moraes negou pedido de ampliação dos horários de visitação para permitir acesso mais amplo aos filhos. O ministro alertou que descumprimento pode levar à revogação da prisão domiciliar ou retorno ao regime fechado.
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