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Gleisi afirma que Flávio Bolsonaro faz juras de subserviência a Trump

Gleisi critica Flávio Bolsonaro por juras de subserviência a Trump na CPAC Texas, dizendo que busca alinhamento com interesses estrangeiros

Gleisi (foto) escreveu que Flávio e Eduardo Bolsonaro "nem conseguem disfarçar que seu projeto é entregar o país aos interesses estrangeiros"
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  • Gleisi Hoffmann disse, em X, que Flávio Bolsonaro viajou aos Estados Unidos para fazer “juras de subserviência” a Donald Trump e espalhar mentiras sobre o Brasil.
  • A ministra afirmou que Flávio e o irmão Eduardo não disfarçam que seu objetivo é entregar o país aos interesses estrangeiros, citando o apoio de Eduardo ao tarifário de Trump contra o Brasil.
  • Flávio participou da CPAC, em Texas, no sábado, em discurso de 16 minutos, criticando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
  • O senador mencionou uma reportagem do New York Times sobre a avaliação dos EUA de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, sem nominar as facções.
  • Flávio disse que Lula é “abertamente anti-norte-americana” e afirmou que o petista pretende minar o dólar como moeda global; o discurso teve duração de 15 minutos e 41 segundos.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que Flávio Bolsonaro foi aos Estados Unidos para fazer juras de subserviência a Donald Trump e espalhar informações sobre o Brasil. A crítica ocorreu nesta semana, em tom de oposição às ações do atual governo brasileiro.

Gleisi destacou que o irmão de Flávio, Eduardo Bolsonaro, também apoia tarifas associadas aos EUA, citando essa linha como exemplo de suposto alinhamento com interesses estrangeiros. A congressista pediu reflexão sobre o que chamou de conspiração contra o Brasil.

CPAC e discurso no Texas

Flávio Bolsonaro participou da Conferência da Ação Política Conservadora, no Texas, no sábado. Em discurso de 16 minutos, criticou Lula e o PT, alegando que houve lobby com assessores do governo dos EUA para evitar que cartéis brasileiros sejam classificados como terroristas.

O senador mencionou uma reportagem do New York Times sobre a possível classificação de gangues brasileiras como terroristas, sem citar facções específicas. A nota não foi um relato nominal de organizações.

Ele também afirmou que a gestão Lula é anti-norte-americana e sugeriu que o governo busca minar o papel do dólar como moeda global, segundo o tom de seu discurso.

Contexto e desdobramentos

A fala de Gleisi levou a ampliar o debate sobre relações Brasil-EUA e sobre a posição de Flávio na política externa. Não houve confirmação de medidas oficiais por parte do governo brasileiro até o momento.

A reportagem citada pela imprensa internacional aponta a avaliação de autoridades norte-americanas sobre a classificação de facções criminosas. O governo dos EUA não detalha ações específicas citadas pelo senador.

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