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Nikolas acusa Janja de silêncio seletivo na defesa das mulheres

Nikolas Ferreira acusa Janja de silêncio seletivo na defesa das mulheres, citando demissões de ministras para acomodar Centrão no governo Lula

Nikolas
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  • Nikolas Ferreira afirmou que Janja Lula da Silva pratica “silêncio seletivo” na defesa das mulheres, citando o caso de Silvio Almeida.
  • O deputado disse que Lula demitiu três mulheres do governo para abrir espaço a homens do Centrão, citando Nísia Gonçalves e Cida Gonçalves.
  • Janja publicou vídeo em que pediu rapidez na votação do projeto que criminaliza o discurso de misoginia, defendendo proteção às mulheres.
  • O Senado aprovou o projeto em 24 de março; ele está em análise na Câmara e, se aprovado e sancionado, prevê penas de 2 a 5 anos para crimes de misoginia e de 1 a 3 anos para discriminação contra mulheres.
  • O texto define discriminação como tratamento que cause constrangimento, humilhação ou exposição indevida de mulheres, com agravantes em casos de violência doméstica.

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que a primeira-dama Janja Lula da Silva pratica o “silêncio seletivo” na defesa das mulheres. A declaração foi publicada em vídeo nas redes sociais neste domingo (29.mar.2026). Ele citou o caso de Silvio Almeida, ex-ministro dos Direitos Humanos, demitido em set/2024 por suspeita de importunação sexual, que tramita em segredo no STF.

Ferreira questionou se Janja se manifestaria se Almeida fosse ministro no governo anterior, afirmando que houve solidariedade da primeira-dama com a ministra Anielle Franco, mas silêncio com o caso de Almeida. O parlamentar afirmou que esse comportamento não representa defesa das mulheres, apenas defesa de interesses que lhe convêm.

O congressista afirmou ainda que Lula demitiu 3 mulheres de seu governo para “poder abarcar homens do Centrão”. Segundo ele, uma ex-ministra foi acusada de misoginia e outra demitida chegou a dizer que não foi por incompetência. Nikolas citou as ex-ministras da Saúde, Nísia Gonçalves, e das Mulheres, Cida Gonçalves, para embasar as críticas.

ENTENDA

A publicação de Janja ocorreu após um vídeo dela, divulgado na sexta-feira (27.mar), no qual pediu que o projeto que criminaliza o discurso de misoginia seja rapidamente votado pela Câmara. O texto, relatado pela senadora Soraya Thronicke, define misoginia como ódio ou aversão a mulheres e equipara crimes a racismo, com penas mais rígidas e inafiançáveis.

Janja também rebateu críticas sobre o projeto nas redes, dizendo que há fake news disseminadas por certos homens na internet. Ela citou imagens de apoio ao projeto, destacando que não desistirá da luta contra o discurso de ódio contra mulheres, ao lado das mulheres.

A proposta, já aprovada pelo Senado em 24 de março, ainda precisa da passagem pela Câmara e da sanção presidencial. Se for aprovado, injúrias contra mulheres terão pena de 2 a 5 anos, com multa. Discriminação ou preconceito contra mulheres passa a crime com pena de 1 a 3 anos, aumentada em caso de violência doméstica.

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