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Caiado na corrida presidencial: qual o papel de Eduardo Leite

Após Caiado vencer o PSD, Leite mantém foco nas eleições gaúchas e apoia o vice Gabriel Souza, sem confirmar papel nacional

Eduardo Leite — Foto: João Pedro Rodrigues/Palácio Piratini
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  • Ronaldo Caiado foi escolhido pré-candidato do PSD à Presidência para 2026, e Eduardo Leite não disputará o Planalto.
  • Leite continua como governador do Rio Grande do Sul, não pode concorrer à reeleição e não disputará o Senado; fim do mandato em 5 de janeiro de 2027.
  • O governador tenta eleger o vice-governador Gabriel Souza (MDB) como seu sucessor e manter espaço político no centro.
  • A participação de Leite na campanha de 2026 ainda não está definida; ele diz que o papel será decidido pelo grupo do partido.
  • No RS, Leite planeja continuar envolvido no pleito estadual e manter a ideia de um projeto político centrado, mesmo com o foco recente nas eleições gaúchas.

Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, não será candidato à Presidência em 2026. O PSD confirmou Ronaldo Caiado como pré-candidato ao Planalto, o que tira as pretensões nacionais do gaúcho. Ele pretende manter o mandato até o fim de 2026 e focar as eleições gaúchas.

Leite já havia buscado representar uma terceira via no país, mas o cenário interno do PSD o colocou como terceira opção na legenda. O partido teve como preferência, antes de Caiado, o governador Ratinho Junior, que se afastou da disputa na última semana.

Questionado em entrevista coletiva pela RBS TV, o governador disse que ainda não definiu seu papel nas eleições de 2026. O tom foi de definição a ser construída junto ao grupo, sem citar Caiado diretamente.

O papel de Leite nas eleições de 2026

O governador afirmou que continuará defendendo a política centrada e que a decisão sobre onde atuar será tomada em conjunto com o grupo político. A prioridade, no momento, é concluir o mandato no Piratini, com a passagem de comando prevista para 5 de janeiro de 2027.

Leite descartou uma candidatura ao Senado. Em reunião com a cúpula do PSD, reafirmou que renunciaria ao governo apenas para disputar a presidência, caso houvesse essa oportunidade no futuro imediato.

NoRS, o foco dele passa pela eleição do vice-governador Gabriel Souza (MDB) como seu sucessor. O acordo de 2022, que abriu caminho para a chapa na disputa pelo governo, também envolve a articulação de senadores aliados.

O político gaúcho sinalizou que não encerra a aspiração presidencial. Em vídeo divulgado após a definição no PSD, reforçou que a jornada continua e que a atuação ficará definida conforme o andamento da política nacional.

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