- O PL Mulher, liderado pela mulher de Jair Bolsonaro, afirmou que Michelle Bolsonaro não intermediou a exibição de vídeo de Eduardo Bolsonaro ao pai.
- A nota também contesta a leitura literal da fala de Eduardo, dizendo que essa não era a intenção dele.
- O ministro Alexandre de Moraes estabeleceu prazo de 24 horas para a defesa explicar a declaração do ex-deputado sobre ter mostrado algo ao pai por meio de um vídeo.
- O PL Mulher afirma que nenhum arquivo foi encaminhado a Michelle Bolsonaro, e que, mesmo se recebido, o vídeo não seria mostrado ao ex-presidente devido às restrições da prisão domiciliar.
- A defesa afirma que não houve recebimento de vídeo gravado no CPAC nem exibição a Jair Bolsonaro, e que as determinações judiciais estão sendo cumpridas.
Presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro não intermediou a exibição de nenhum vídeo de Eduardo Bolsonaro ao presidente Jair Bolsonaro. A sigla afirma que a suposta intenção do ex-deputado não foi literalmente mostrar o material ao pai.
A declaração ocorre em meio a uma cobrança de explicações sobre fala de Eduardo, feita no CPAC nos EUA. O STF, por sua vez, estipulou prazo de 24 horas para a defesa esclarecer a menção de que mostrou algo ao pai por meio de vídeo.
PL Mulher esclarece
A nota do PL Mulher sustenta que a leitura literal da fala foi equivocada e não divulga a interpretação correta adotada pela sigla. A entidade assegura que nenhum vídeo foi encaminhado a Michelle Bolsonaro.
Mesmo que tivesse chegado qualquer arquivo, a nota afirma que ele não seria mostrado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, por causa das restrições impostas pela custódia na prisão domiciliar.
Contexto jurídico e operativo
Não houve recebimento de vídeo gravado no CPAC por Eduardo ou por terceiros, segundo a nota. Consequentemente, não houve exibição a Jair Bolsonaro, uma vez que as determinações judiciais são cumpridas integralmente.
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