- Durante a CPAC, Eduardo Bolsonaro afirmou que está gravando um vídeo para mostrar ao pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar por noventa dias.
- O objetivo, segundo Eduardo, é demonstrar apoio internacional ao movimento e contestar medidas que, na visão dele, enfraqueceriam a liderança de Bolsonaro.
- Ele disse que mostraria o vídeo para provar que o movimento não pode ser silenciado de forma injusta.
- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de vinte e quatro horas para que a defesa esclareça se o vídeo citado foi repassado ao ex-presidente de forma indevida e reiterou que Bolsonaro está proibido de usar redes sociais e de manter comunicação com o exterior.
Durante a CPAC realizada nos Estados Unidos entre 25 e 28 de março, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que gravava um vídeo para mostrar ao pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar por 90 dias. A declaração ocorreu durante o evento.
Ele explicou que a gravação buscaria sinalizar apoio internacional ao movimento político ligado ao ex-presidente e contestar medidas que, na visão dele, poderiam enfraquecer a liderança de Bolsonaro. A ideia é demonstrar resistência a pressões externas.
Após a fala, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, estabeleceu prazo de 24 horas para a defesa esclarecer se o vídeo citado foi repassado ao ex-presidente de forma indevida. Moraes reiterou a proibição de uso de redes sociais por Bolsonaro, direta ou indiretamente.
O magistrado também confirmou que Bolsonaro está impedido de manter comunicação com o exterior, inclusive por intermédio de terceiros. A decisão ocorre no contexto de investigações e de restrições impostas ao ex-presidente.
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