- O deputado Alfredo Gaspar protocolou no STF uma queixa-crime e na PGR uma representação criminal contra Lindbergh Farias e Soraya Thronicke, por acusação de estupro de menor sem provas.
- Gaspar, relator da CPMI do INSS, afirma ter sido vítima de calúnia, denunciação caluniosa e coação durante o processo.
- Além do STF e da PGR, o parlamentar acionou a Polícia Federal e pediu exames biológicos, incluindo DNA, para refutar a acusação.
- Ele diz que as acusações são uma cortina de fumaça para desviar o foco da CPMI e pretende processar, cassar e prender Lindbergh e Soraya.
- Gaspar afirma que a origem das fake news envolve um primo homônimo, um juiz em Alagoas, que teve relação com uma funcionária da casa de seu avô; a paternidade foi constatada em 2012 por DNA.
O deputado Alfredo Gaspar (União-AL) protocolou no STF uma queixa-crime e, na PGR, uma representação criminal contra Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (Pode-MS). A denúncia envolve acusações de estupro de menor sem provas. Gaspar alega calúnia, denunciação caluniosa e coação durante o processo da CPMI do INSS.
Gaspar também informou ter acionado a Polícia Federal. Pediu ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, a realização imediata de exames biológicos, incluindo DNA, para refutar a acusação de que teve um filho com uma ex-funcionária doméstica.
O deputado disse que as acusações são uma “cortina de fumaça” para desviar o foco das conclusões da CPMI do INSS, que indicou indiciamento de Lulinha, filho do presidente Lula. Afirmou que vai à frente com ações legais para cassar Lindbergh e Soraya.
Gaspar reiterou que o PL já apresentou representação à Corregedoria do Senado pedindo a suspensão do mandato de Soraya. Também mencionou a abertura de procedimento no Conselho de Ética da Casa para cassar o mandato de Lindbergh por quebra de decoro.
O deputado apontou que a origem das denúncias envolve um primo dele, um juiz de Alagoas, que teve relação consensual no passado com uma funcionária da casa do avô de Gaspar. Segundo ele, o DNA confirmou a paternidade em 2012.
Gaspar afirmou que PT e parlamentares da base governista teriam confundido nomes para atacar o seu retorno ao relatório da CPMI. Ele disse que não busca ampliar a polêmica, mas acelerar as apurações e as ações legais.
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