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Gleisi compartilha vídeo de Dilma sobre os 62 anos do golpe militar

Gleisi Hoffmann divulga vídeo de Dilma Rousseff sobre os 62 anos do golpe de 1964, destacando tortura e a memória para não se repetir

"Em nome dos que lutaram pela democracia: recordar para que nunca mais se repita", afirmou Gleisi na legenda em seu perfil oficial no Instagram
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  • Gleisi Hoffmann publicou no Instagram um vídeo com um discurso de Dilma Rousseff sobre os 62 anos do golpe de 1964, destacando a importância de lembrar o período.
  • Dilma relata a tortura e a perseguição sofridas durante a ditadura e defende manter viva a memória histórica para não se repetir.
  • Ela afirma que não houve espaço para diálogo com métodos de tortura como pau de arara, choque elétrico e morte, e cita as consequências do regime.
  • Dilma foi presa em 1970, submetida a tortura em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, teve direitos políticos cassados por dez anos e saiu da prisão em 1972 após redução de pena pelo Superior Tribunal Militar.
  • Nesta terça-feira, 31 de março de 2026, completam-se 62 anos da sessão do Congresso Nacional que depôs João Goulart, abrindo caminho para a ditadura que perdurou por duas décadas.

A ministra Gleisi Hoffmann, do PT, divulgou em seu perfil oficial no Instagram um vídeo com um discurso da ex-presidente Dilma Rousseff sobre a ditadura militar brasileira. No material, Dilma relembra sua experiência como vítima do regime e defende a manutenção da memória histórica. A publicação ocorreu no contexto de um marco simbólico importante para o país.

No vídeo, Dilma aponta que métodos de tortura usados no passado não podem ser tolerados ou discutidos, destacando situações como pau de arara, choque elétrico e violência de modo geral. A legenda associada à postagem ressalta a ideia de recordar para evitar que o período se repita.

Dilma Rousseff relembra que a data remete a 62 anos desde a sessão do Congresso Nacional que depôs o então presidente João Goulart, abrindo caminho para a ditadura que perdurou por duas décadas. A ex-presidente enfatiza a importância da memória como dívida com mortos e desaparecidos, bem como com torturados e perseguidos.

A ex-presidenta foi presa em 1970 e chegou a sofrer torturas em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Ela cumpriu uma pena de seis anos e um mês, teve os direitos políticos suspensos por dez anos e saiu da prisão em 1972 após redução da pena pelo Superior Tribunal Militar.

Dilma ressalta que as dores vividas durante o regime podem ser enfrentadas com o fortalecimento da democracia. Ela afirma que a verdade é essencial para não haver espaço para ressentimento ou esquecimento, ressaltando a importância de cada cidadão manter a memória ativa.

Contexto histórico

A edição do vídeo acontece pouco antes de marcar-se, na terça-feira, o 62º aniversário da deposição de João Goulart e do início da ditadura militar no Brasil. A mudança de poder ocorreu após a sessão do Congresso Nacional que declarou vaga a presidência na madrugada de 1º para 2 de abril de 1964, inaugurando um regime que durou até 1985.

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