- Lula confirmou a saída de 16 ministros do governo para disputar as eleições; prazo dado é até 4 de abril para deixarem os cargos.
- O presidente anunciou Geraldo Alckmin como pré-candidato a vice-presidente, com ele deixando o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
- Ao todo, 14 saídas foram anunciadas hoje, mas o número de mudanças pode chegar a 20 ministérios.
- No Diário Oficial, já constam mudanças: Simone Tebet é substituída por Bruno Moretti no Planejamento; Carlos Fávaro deixa a Agricultura para a entrada de André de Paula.
- Em São Paulo, Lula anunciou medidas para a educação, incluindo alteração no sistema de acesso às universidades públicas que prioriza a ampla concorrência antes das cotas e a ampliação de institutos federais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou que 16 ministros vão deixar o governo para disputar as eleições. Ele também anunciou que Geraldo Alckmin é pré-candidato a vice-presidente na chapa à reeleição. A decisão foi comunicada durante reunião ministerial em Brasília, e os ministros têm até 4 de abril para deixar os cargos.
Na abertura do encontro, Lula oficializou a pré-candidatura de Alckmin. Ele afirmou que Alckmin será vice da República novamente e que deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Quatorze saídas foram confirmadas, com a possibilidade de chegar a 20 ministérios.
Entre as trocas publicadas no Diário Oficial, Simone Tebet foi substituída por Bruno Moretti no Planejamento, e Carlos Fávaro deixa a Agricultura para a entrada de André de Paula. A maioria dos novos ministros era secretária-executiva. O governo também pretende unificar a comunicação e reforçar a defesa das ações da gestão.
Educação e ações anunciadas
Após a reunião, Lula foi a São Paulo, onde anunciou medidas na educação durante evento dos 21 anos do Prouni. Uma portaria altera o sistema de acesso às universidades públicas, priorizando a ampla concorrência antes das cotas.
O presidente destacou que a educação precisa entrar na rubrica de investimento, ressaltando a ampliação de institutos federais. As mudanças, segundo ele, visam ampliar o acesso e a qualidade do ensino superior no país.
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