- O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) respondeu Janja Lula da Silva no Instagram sobre o PL 896/2023, que criminaliza a misoginia; o vídeo dele passou de 25 milhões de visualizações em cerca de 24 horas.
- Janja pediu rapidez na aprovação do projeto pela Câmara dos Deputados; a publicação dela registrou quase 997 mil visualizações.
- O PL 896/2023 pretende incluir a misoginia na Lei de Racismo (Lei 7.716/1989).
- Ferreira afirmou que a Câmara tem o dever de derrubar a “loucura” e chamou o suposto silêncio de Janja de “silêncio seletivo”, citando a demissão do ex-ministro Silvio Almeida.
- Janja publicou novo vídeo dizendo que há mentiras sobre o PL e que mulheres continuam sendo vítimas de violência; o conteúdo acumulou cerca de 231 mil visualizações.
O deputado federal Nikolas Ferreira, do PL-MG, respondeu à primeira-dama Janja Lula da Silva após discordar do PL 896 de 2023, que criminaliza o discurso de misoginia. A troca ocorreu no Instagram, entreicionando o debate público sobre o tema e o uso de redes para manifestação política.
Ferreira publicou uma resposta no Instagram na segunda-feira, 30 de março de 2026, comentando o projeto que visa acrescentar a misoginia à Lei de Racismo. A publicação acumula mais de 25 milhões de visualizações em cerca de 24 horas, ampliando o alcance do embate entre apoiadores e críticos da proposta.
Janja Lula da Silva, sem citar o deputado, reagiu na sexta-feira, 27 de março, pedindo agilidade na tramitação do PL na Câmara dos Deputados. Em tom conciliador, pediu que a Câmara aprove rapidamente o texto que criminaliza o discurso de misoginia para proteção de mulheres.
No domingo, 29 de março, Ferreira rebateu a aproximação da primeira-dama, afirmando que ela pratica silêncio seletivo ao defender casos envolvendo o ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, cuja demissão foi registrada em setembro de 2024 por suspeita de assédio.
Janja respondeu na segunda-feira, 30 de março, com novo vídeo destacando que há pessoas que distorcem informações sobre o PL 896 e que mulheres continuam sendo vítimas de violência. O conteúdo já acumula dezenas de milhares de visualizações no Instagram, mantendo o debate em evidência.
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