- Valdemar Costa Neto, presidente do PL, disse que é preciso resolver os problemas internos da família Bolsonaro para que Flávio Bolsonaro vença Lula.
- Ele afirmou que já marcou um encontro com Flávio para tratar do assunto, durante evento do grupo Lide, em São Paulo.
- O racha envolve filhos de Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro; Eduardo Bolsonaro criticou a “hierarquia” do partido e vive nos Estados Unidos.
- Valdemar defendeu ampliar o quadro feminino na chapa e citou a senadora Tereza Cristina como possível vice, mas ela não aceitou.
- Questionado sobre a possibilidade de Michelle ser vice, ele comentou que seria muito difícil e que seria necessário abrir espaço para outros partidos.
Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, afirmou nesta segunda-feira que é preciso resolver os problemas internos da família Bolsonaro para que o senador Flávio Bolsonaro possa vencer o presidente Lula nas eleições. Ele participou de evento do grupo Lide, em São Paulo.
O dirigente disse que há um racha entre filhos de Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, especialmente após a escolha de Flávio como candidato do partido. Costa Neto prometeu tratar do tema em encontro já marcado com Flávio. Segundo ele, a eleição tende a ser decidida por pouco e a unidade é essencial.
Costa Neto destacou a necessidade de solucionar disputas para ampliar o apoio do eleitorado. Ele mencionou que o candidato Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos desde o ano passado e que isso complica a atuação política da família no Brasil.
Sobre a chapa, o presidente do PL indicou a ideia de ter uma mulher na vice-presidência de Flávio. A senadora Tereza Cristina, do Progressistas, é citada como possível companheira de chapa, mas não seria candidata à vice, segundo Costa Neto, que afirmou que a parlamentar não pretende esse papel.
O dirigente afirmou ainda que, caso a chapa tenha de abrir espaço para outras siglas, não vê problemas em incorporar aliados de outros partidos. Questionado sobre a possibilidade de lançar Michelle como candidata, ele disse que seria muito difícil e que a prioridade seria ampliar a coalizão.
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