- Celina Leão busca apoio federal e de bancos públicos para enfrentar a crise financeira do BRB, causada por operações com o Master.
- A governadora conversou por telefone com o ministro da Fazenda, Dário Durigan, na segunda-feira, 31 de março de 2026, dia em que assumiu após a renúncia de Ibaneis Rocha.
- Entre as investigações, o BRB comprou créditos do Master no valor de R$ 12,2 bilhões, em carteiras fraudadas ou superfaturadas; o banco reduzirá em sessenta por cento o orçamento com patrocínios neste ano.
- A governadora retirou a Serrinha do Paranoá de qualquer proposta ligada ao plano de capitalização do BRB; a área era o terreno mais valioso, avaliada em cerca de R$ 2 bilhões, totalizando R$ 6,6 bilhões em terrenos.
- A Serrinha será destinada à conservação ambiental, com o Ibram e a Secretaria de Meio Ambiente encarregados de criar o Parque da Serrinha para uso sustentável e destinação definitiva da área.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), busca apoio do governo federal e de bancos públicos para enfrentar a crise financeira do BRB, originada por operações com o Banco Master. Ela manteve contato por telefone com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, na segunda-feira (31.mar.2026), dia em que assumiu o cargo após a renúncia de Ibaneis Rocha.
A instituição está sob investigações que envolvem a compra de créditos do Master, avaliados em 12,2 bilhões de reais com ativos questionáveis ou superfaturados. Para 2026, o BRB prevê reduzir em 60% o orçamento de patrocínios, conforme publicação no Diário Oficial do DF.
Celina decidiu excluir a área da Serrinha do Paranoá do plano de capitalização do banco. O terreno era o mais valioso, avaliado em cerca de 2 bilhões de reais, entre um conjunto de 9 áreas.
Parque da Serrinha
O terreno será destinado à conservação ambiental. O Ibram e a Secretaria de Meio Ambiente ficarão responsáveis pela criação do Parque da Serrinha e pela destinação definitiva da área para uso sustentável.
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