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Marina reergue Rede para concorrer ao Senado ao lado de Haddad

Marina Silva tenta reerguer a Rede para compor chapa ao Senado com Haddad em São Paulo, enfrentando disputa interna pela direção e autonomia do partido

Marina Silva fundou o partido Rede Sustentabilidade em 2013
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  • Marina Silva busca reerguer a Rede Sustentabilidade para disputar o Senado em São Paulo, dentro de uma chapa alinhada ao governo.
  • Internamente, a disputa envolve a ala ligada a Heloísa Helena, que preside o partido, defendendo maior autonomia e menos alinhamento ao governo.
  • Marina afirma que trabalha, por vias judiciais, para restabelecer o programa e o estatuto da Rede e quer que o partido acolha diferentes correntes progressistas.
  • Ela disse estar pronta para disputar o Senado e foi sugerida como opção para compor a chapa em São Paulo, cuja segunda vaga ainda é objeto de negociação.
  • A exaustiva costura política inclui ter sido cortejada por PSB, Psol, PC do B e PT; no PT paulista, há debates sobre como a filiação impacta o espaço na chapa.

Marina Silva intensifica os esforços para reerguer a Rede Sustentabilidade com o objetivo de disputar o Senado em São Paulo. A tentativa envolve uma disputa interna pelo comando do partido entre o grupo ligado à ex-senadora Heloísa Helena e aliados de Marina, que criticam mudanças no estatuto aprovadas pela direção.

A Rede foi criada por Marina em 2013, após a saída do Partido Verde, com foco em sustentabilidade, renovação política e pluralidade interna. A sigla foi formalizada em 2015 e, desde então, elegeu nomes como Randolfe Rodrigues, Fabiano Contarato, Flávio Arns e Styvenson Valentim.

A ministra afirma trabalhar para restabelecer o programa e o estatuto da Rede pelos meios judiciais, buscando reconectar o partido aos seus fundamentos originais. O objetivo é manter a identidade própria dentro da aliança governista e acolher diferentes correntes do campo progressista.

CORRIDA AO SENADO

Marina sinalizou que já se considera pronta para disputar o Senado, usando a metáfora de estar preparada para bater o pênalti. A possível candidatura é vista como opção para compor a chapa em São Paulo, já com Simone Tebet como candidata ao governo e uma segunda vaga majoritária a ser definida.

Ela relatou ter sido procurada por partidos como PSB, Psol, PC do B e PT, indicando o interesse de legendas diferentes em integrá-la à chapa paulista. Dirigentes do PT avaliam o impacto da filiação de Marina na divisão de espaço entre as siglas. Uma ala acredita na possibilidade de Marina integrar a chapa mesmo permanecendo na Rede; outra dúvida a respeito de prioridade sem rearranjos.

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