- Marina Silva deixará o cargo de ministra do Meio Ambiente para disputar uma vaga no Congresso nas eleições nacionais, cumprindo a exigência legal de afastamento de seis meses antes da votação.
- Ela retornou ao ministério em 2023 e ajudou a reduzir o desmatamento após perdas expressivas durante o governo de Jair Bolsonaro.
- A perda de cobertura florestal caiu em mais de cinquenta por cento desde 2022.
- Silva reestruturou agências de fiscalização e reviveu o Fundo Amazônia.
- Especialistas afirmam que, apesar dos esforços, as regras de licenciamento ainda são frágeis e o governo de Luiz Inácio Lula da Silva mantém o impulso para a exploração de petróleo em alto-mar.
Marina Silva deixou o cargo de ministra do Meio Ambiente do Brasil para concorrer ao Congresso nas eleições nacionais. A saída ocorre sob a exigência legal de que ministros deixem o cargo seis meses antes do pleito. A confirmação foi publicada pela Associated Press.
Silva reassumiu o posto em 2023 e liderou uma queda marcante do desmatamento após perdas no governo anterior. Segundo o jornalismo internacional, a perda de floresta diminuiu para menos da metade desde 2022. A ministra também reorganizou agências de fiscalização e reativou o Fundo Amazônia.
Especialistas, no entanto, alertam que a atuação de Silva não freou totalmente mudanças negativas. Eles apontam um afrouxamento de regras de licenciamento em certains setores e o impulso do atual presidente para a exploração de petróleo em alto-mar.
Paralelamente, a imprensa destaca que o anúncio ocorreu em meio a debates sobre políticas ambientais e a atuação governamental para a conservação da Amazônia. A assessoria de Marina Silva não detalha planos políticos futuros além da candidatura.
Gabriela Sá Pessoa, Agência Associated Press. Баннер de imagem: ministra Marina Silva durante cerimônia no Planalto, em Brasília, 3 de junho de 2025. Foto de Eraldo Peres, AP.
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