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Alckmin afirma que quem defende a ditadura não deveria ser candidato

Alckmin afirma que quem defende a ditadura não deveria ser candidato; critica o crescimento de Flávio Bolsonaro e enfatiza a defesa da democracia

“Pesquisa é momento. Na maioria das pesquisas, o Lula está na frente. O que vai valer mesmo é a campanha eleitoral
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  • Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro, afirmou que quem defende a ditadura não deveria ser candidato, ao ser questionado sobre Flávio Bolsonaro nas pesquisas.

  • Disse que pesquisa é momento e que o valor real virá na campanha, quando será possível comparar governos.

  • Diferenciou Lula e Flávio Bolsonaro como democracia versus ditadura e afirmou que o governo Lula salvou a democracia.

  • Disse estar honrado com o convite de Lula para compor a vice na chapa de reeleição, chamando a candidatura de ato de amor.

  • Criticou o número elevado de partidos no Brasil, sugerindo que o país deveria reduzir a quantidade no futuro (falou em trinta).

Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, afirmou nesta quinta-feira que quem defende a ditadura não deveria ser candidato. A declaração ocorreu durante café na sede do MDIC, ao ser questionado sobre Flávio Bolsonaro e o crescimento do pré-candidato do PL nas pesquisas.

O ministro disse que “pesquisa é momento” e que, na maioria, Lula está na frente, mas o que valerá é a campanha eleitoral, com a possibilidade de comparar governos. Ele enfatizou que a disputa envolve visões sobre a democracia, destacando a diferença entre as pré-candidaturas de Lula e de Flávio Bolsonaro.

Alckmin reforçou que o princípio é defender a democracia e afirmou ter ficado honrado com o convite de Lula para compor a vice na chapa de reeleição, dizendo que ser candidato é um ato de amor.

PLURIPARTIDARISMO

O vice-presidente também criticou o alto número de partidos no Brasil, ressaltando que existem 30 siglas e defendendo um processo de redução no futuro.

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