- PL lidera com 27% e PT aparece em segundo com 25,4% entre os eleitores, somando 52,4% para as duas siglas.
- 23,7% dos entrevistados disseram não ter nenhum partido preferido.
- Entre os demais partidos, PSOL aparece com 8,3%, seguido por Missão (5,9%) e Novo (3,8%).
- Perfil ideológico dos respondentes: 36,6% dizem ser da direita, 25,9% da esquerda e 17% centro-esquerda.
- Pesquisa ouviu 4.224 pessoas entre 16 e 23 de março de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%; registrado no Tribunal Superior Eleitoral como BR-06058/2026, custo de 75 mil reais.
Uma pesquisa realizada pela AtlasIntel aponta que o PL e o PT são os partidos favoritos dos eleitores, conforme levantamento divulgado nesta quinta-feira (2 abr 2026). O estudo mostra que as duas siglas concentraram 52,4% das preferências, com o PL liderando o ranking.
Ainda segundo o levantamento, 27% dos entrevistados citaram o PL como opção principal, enquanto 25,4% apontaram o PT. Outros 23,7% disseram não ter nenhum partido de preferência. Entre as demais legendas, o PSB teve 1,4% e o Psol 8,3%.
A AtlasIntel ouviu 4.224 pessoas de 16 a 23 de março de 2026. A margem de erro é de ± 2 pontos percentuais, e o grau de confiança é de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral como BR-06058/2026. O custo da pesquisa foi de R$ 75.000, financiado com recursos próprios.
Resultados principais
- PL: 27%
- PT: 25,4%
- Psol: 8,3%
- Missão: 5,9%
- Novo: 3,8%
- PSB: 1,4%
- PC do B: 0,9%
- PDT: 0,8%
- União Brasil: 0,8%
- PSDB: 0,5%
- MDB: 0,1%
- nenhum: 23,7%
- outro: 1,4%
A peça também reúne dados sobre a orientação ideológica dos entrevistados. A maioria se posiciona à direita (36,6%), seguida pela esquerda (25,9%) e pelo centro-esquerda (17%). O centro-direita aparece com 8,5%, o centro com 3,3% e 8,7% não souberam ou não responderam.
Metodologia e particularidades
Foram entrevistados 4.224 brasileiros, entre 16 e 23 de março de 2026. A margem de erro indica variação de até 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento tem confiabilidade de 95% e foi registrado no TSE. O custo, coberto com recursos próprios, reforça o caráter independente do estudo.
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