- O Planalto oficializou a exoneração de Geraldo Alckmin (PSB), ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e de Gleisi Hoffman (PT), da Secretaria de Relações Institucionais.
- Ambos pretendem disputar cargos nas eleições de outubro: Alckmin pode concorrer à reeleição ao lado do presidente Lula; Gleisi Hoffman quer uma vaga no Senado pelo Paraná.
- Alckmin permanece como vice-presidente da República.
- Ao todo, quinze ministros foram exonerados nesta semana, conforme lei que exige saída seis meses antes do pleito.
- Ainda sem saída oficial, Lula anunciou Camilo Santana (Educação) e Anielle Franco (Igualdade Racial).
O Palácio do Planalto confirmou nesta sexta-feira (3) a exoneração de dois ministros: Geraldo Alckmin (PSB), do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e Gleisi Hoffmann (PT), da Secretaria de Relações Institucionais. A decisão ocorre para atender a exigência legal de afastamento de seis meses antes das eleições.
Alckmin, que segue como vice-presidente da República, pretende concorrer à reeleição ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Gleisi Hoffmann mira uma vaga no Senado Federal pelo estado do Paraná. Ambos anunciariam os novos planos, mas as exonerações são formais neste momento.
Ao todo, 15 ministros foram exonerados nesta semana. Pela lei, o afastamento ocorre seis meses antes do pleito, para assegurar a transição de cargos.
Exonerações e futuro político
Outros dois nomes anunciados por Lula ainda não tiveram a saída oficializada: Camilo Santana, do Ministério da Educação, e Anielle Franco, do Ministério da Igualdade Racial. Em função do calendário eleitoral, as mudanças devem ser formalizadas nos próximos dias.
O anúncio integra o cronograma de reorganização do governo para as eleições de outubro. As exonerações não impedem a continuidade das funções, que ficam a cargo de substitutos legais até novas nomeações.
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