- O governo de São Paulo vai instalar 69 Salas DDM (Delegacias de Defesa da Mulher) no estado, sendo 60 no interior e nove na capital.
- As salas funcionarão dentro de delegacias já existentes, oferecendo registro de ocorrências, escuta qualificada, orientação sobre medidas protetivas e encaminhamento para a rede de apoio.
- A implementação no interior é viabilizada por emendas parlamentares; na capital, as salas foram distribuídas por regiões. A previsão é entregar todas as unidades nos próximos quatro meses.
- Na capital, as novas salas ficam em áreas como centro, zona sul, zona oeste, zona norte e zona leste, com atuação integrada a bairros da cidade.
- Em nove delegacias, houve reclassificação recente: quatro passaram a 1ª classe e cinco a 2ª classe, para ampliar equipes e melhorar o atendimento às vítimas.
O Governo de São Paulo vai instalar 69 Salas DDM, unidades de atendimento às mulheres vítimas de violência, dentro de delegacias da Polícia Civil já existentes. A medida foi anunciada pelo governador Tarcísio de Freitas na segunda-feira, em São Paulo, com foco em registro de ocorrências, escuta qualificada e orientação sobre medidas protetivas.
Desse total, 60 salas serão criadas no interior do estado e 9 na capital. As novas salas visam oferecer atendimento especializado, com reserva de direitos e encaminhamentos à rede de apoio. A implementação depende de emendas parlamentares e prazo de entrega de quatro meses.
A capital receberá as Salas DDM em locais distribuídos por todas as regiões da cidade, incluindo Centro, Zonas Leste, Oeste e Sul. No interior, a expansão alcança dezenas de municípios em diversas regiões administrativas, com destaque para Guarulhos, Santo André, Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto, entre outros.
Reclassificação de delegacias
O governo publicou decreto que reclassifica nove Delegacias de Defesa da Mulher. Quatro passaram a 1ª classe: Ferraz de Vasconcelos, Franco da Rocha, Ribeirão Pires e Valinhos; cinco para 2ª classe: Jaboticabal, Bastos, Monte Aprazível, Jacupiranga e Pereira Barreto. A medida busca ampliar equipes e melhorar a capacidade de atendimento.
A reclassificação considera volume de atendimentos e população atendida, ampliando infraestrutura e agilidade. O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, afirmou que a mudança facilita a solicitação de medidas protetivas e reduz o tempo de resposta. A coordenadora Cristiane Braga ressaltou o impacto na qualidade do acolhimento.
A iniciativa integra a política estadual de enfrentamento à violência contra a mulher, fortalecendo a rede de proteção e atuação das DDMs. As ações são parte de um conjunto de medidas de proteção e apoio às vítimas anunciadas pelo governo.
Entre na conversa da comunidade