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Governo gasta R$ 37 milhões com assessores de ex-presidentes em quatro anos

Dilma Rousseff lidera com R$ 7,9 milhões; Collor, Bolsonaro e Temer aparecem entre os maiores custos, mantidos mesmo após prisão ou domicílio

Dilma (R$ 7,9 mi), Collor (R$ 7,6 mi) e Bolsonaro (R$ 5,1 mi): valores bancam motoristas e outros serviços
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  • Doze de 2022 até março de 2026, o governo gastou 37 milhões de reais com despesas de ex-presidentes, conforme dados da Casa Civil compilados pelo R7 Planalto.
  • Dilma Rousseff é a líder dos gastos, com 7,9 milhões de reais; em seguida aparece Fernando Collor de Mello, com 7,6 milhões de reais; despesas incluem assessores, motoristas e serviços de comunicação.
  • Jair Bolsonaro recebeu 5,1 milhões de reais desde a saída da Presidência, em 2023; em 2025, no período de prisão, houve empenho de 187.654 reais nos três primeiros meses.
  • Michel Temer totaliza 5,4 milhões de reais; José Sarney soma 4,1 milhões; Fernando Henrique Cardoso registra 3,3 milhões; Lula teve 1,8 milhão entre 2022 e antes de 2023.
  • Decisão da Quarta Turma do TRF-6 determina a reintegração de veículos à estrutura de Bolsonaro, o que deve aumentar os gastos, mantendo os demais benefícios.

Desde 2022 até março de 2026, o governo federal gastou 37 milhões de reais com despesas de ex-presidentes, segundo levantamento do R7 Planalto com dados da Casa Civil. Os valores englobam assessores, motoristas e serviços de comunicação.

Dilma Rousseff lidera os gastos, somando 7,9 milhões de reais. A ex-presidente governou entre 2011 e 2016 e hoje preside o Brics, morando na China desde 2023.

Logo em seguida, Fernando Collor de Mello registra 7,6 milhões, valor correspondente ao período de 1990 a 1992, ainda que o político esteja em prisão domiciliar desde maio de 2025. Em 2025, as despesas dele chegaram a 2,2 milhões.

Em 2025, Dilma registrou 2,3 milhões de reais em gastos. Ela atua em funções internacionais e reside no exterior. Jair Bolsonaro recebeu 5,1 milhões desde 1º de janeiro de 2023, com empenhos no início de 2025 mesmo durante a prisão domiciliar.

Tendência de custos e desdobramentos

O total de Bolsonaro tende a subir após decisão do TRF-6 que determinou a reintegração de veículos à sua estrutura. A Justiça também assegurou a continuidade de benefícios a ex-presidentes.

Michel Temer aparece logo atrás, com 5,4 milhões, período de 2022 em diante. Os valores dele se acumulam desde 2022, diferentemente de Bolsonaro, cuja contabilidade começa em 2023.

José Sarney acumula 4,1 milhões e Fernando Henrique Cardoso registra 3,3 milhões ao longo do período. Os gastos de Lula somam 1,8 milhão entre 2022 e o período anterior à posse de 2023.

Contexto e notas finais

Entre os nomes citados, o montante total reflete uma continuidade de custeio mesmo após a saída do cargo. A Casa Civil mantém registro dos pagamentos, incluindo serviços de comunicação e assessoria. Essas despesas são objeto de acompanhamento institucional.

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