- Márcio França disse à CNN que a definição da chapa ao Senado por São Paulo deve ocorrer apenas em julho.
- A disputa pela vaga envolve França, Marina Silva e Simone Tebet, com apoio da Rede e do PSB.
- Fontes das siglas indicam que o posto de vice na chapa de Fernando Haddad ao governo paulista pode contemplar Rede e PSB.
- Juliano Medeiros, presidente da Federação PSOL‑Rede, afirmou que a presença de Marina e Simone deixaria a chapa mais plural.
- Em conversas reservadas, França não vê possibilidade de disputar a Câmara dos Deputados.
Márcio França, do PSB, afirmou à CNN que a definição sobre a chapa para o Senado em São Paulo deve ocorrer apenas em julho. O ex-ministro sinalizou que há um time disponível e que a posição de cada filiado será definida no futuro, possivelmente no mês citado.
A disputa pela vaga envolve França, Marina Silva, da Rede, e Simone Tebet, também do PSB, todos colocados como possíveis candidatos. A definição pode influenciar o equilíbrio entre forças de esquerda e centro.
Fontes da Rede e do PSB apontam que o posto de vice na chapa de Haddad ao governo de SP pode ser visto como saída para contemplar as siglas envolvidas. O objetivo é ampliar o leque de apoios e ampliar a representatividade.
Disputa pela vaga no Senado e composição da chapa
Juliano Medeiros, presidente da Federação PSOL-Rede, afirmou que a participação de Marina e Simone na chapa ao Senado tornaria o conjunto mais plural, com distintas inclinções no espectro político. A ideia é ampliar a coalizão e o diálogo entre siglas.
Em conversas reservadas, França não considera a possibilidade de concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados, ao menos não no cenário atual, segundo fontes próximas ao PSB. A definição permanece centrada na corrida ao Senado.
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