- Em 2025, o Brasil saiu do mapa da fome da Organização das Nações Unidas (ONU); em março, o governo informou que a fome infantil recuou quase 30% em um ano.
- O ministro ressaltou que, de 2023 a 2024, 14 milhões de pessoas saíram da pobreza e da miséria; em 2025, devem ser mais de 20 milhões, com parte alcançando a classe média alta pela educação.
- Dias destacou que a política social, integrada ao desenvolvimento econômico, ajudou a levar quase 5 milhões de pessoas do desemprego para o emprego entre 2022 e 2025.
- A Guerra amplifica o risco de até 40 milhões de pessoas voltarem à miséria, pois eleva preços de alimentos e de itens básicos, segundo a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, da qual o Brasil participa ao lado da Espanha.
- O ministro citou ajustes em benefícios como Bolsa Família e Cadastro Único, com o objetivo de incentivar o trabalho; o Cadastro Único foi modernizado para evitar que quem perde o emprego volte à fome.
O ministro Wellington Dias afirmou que tirar alguém da fome é apenas o começo de uma estratégia maior. Em entrevista à RECORD NEWS, ele tratou da atuação do governo no enfrentamento à insegurança alimentar.
Segundo Dias, o Brasil saiu do mapa da fome em 2025, segundo a ONU, e houve queda da fome infantil. Ele destacou números positivos de 2023 e 2024, com mais de 14 milhões de brasileiros saindo da pobreza e da miséria.
Ele mencionou que, em 2025, o país pode ter mais de 20 milhões fora da pobreza, com boa parte avançando para a classe média alta por meio da educação e de oportunidades de emprego.
O ministro apontou que a política social, integrada ao desenvolvimento econômico, resultou em melhoria do mercado de trabalho. Cerca de 5 milhões de pessoas que estavam desempregadas em 2022 passaram a trabalhar.
Dias também comentou a atuação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, co-presidida pelo Brasil e pela Espanha. O grupo teme que conflitos possam levar até 40 milhões de pessoas de volta à miséria e à fome.
Ele explicou ajustes no Bolsa Família e no Cadastro Único, com foco em incentivar o trabalho. O Cadastro Único passou a cruzar dados de forma moderna para evitar retorno à pobreza quando ocorre perda de emprego.
Entre na conversa da comunidade