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Governo Lula assina protocolo para investigação de crimes contra jornalistas

Governo assina protocolo nacional para crimes contra jornalistas, com proteção às vítimas, qualificação da investigação, preservação de provas e escuta qualificada

“Nenhuma política séria de enfrentamento a jornalistas e comunicadores se sustenta no isolamento”, afirmou o ministro da Justiça
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  • O governo de Luiz Inácio Lula da Silva assinou o Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores, em 7 de abril de 2026, no Palácio do Planalto.
  • O protocolo tem quatro eixos: proteção imediata da vítima e familiares; qualificação da investigação com foco na atividade jornalística; produção e preservação de provas; e escuta qualificada com tratamento humanizado.
  • O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, disse que a medida busca proteger quem informa e o coração da democracia, com articulação entre ministérios, incluindo Direitos Humanos e Cidadania.
  • A ministra dos Direitos Humanos, Janine Mello, afirmou que o protocolo é um marco institucional, destacando a liberdade de expressão; o evento lembrou a morte do jornalista britânico Dom Phillips.
  • O Relatório sobre Violações à Liberdade de Expressão mostrou queda de 9,1% em 2025 frente a 2024, com 66 registros; violência física foi o tipo mais comum, com 26 casos.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira o Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores, no Palácio do Planalto. A medida visa proteger vítimas, orientar investigações, preservar provas e oferecer escuta qualificada.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, afirmou que a iniciativa protege quem informa e, em última instância, o funcionamento da democracia. O protocolo articula ações entre ministérios, incluindo Direitos Humanos e Cidadania.

A estrutura do protocolo tem quatro eixos: proteção imediata da vítima e de familiares; qualificação da investigação com foco na atividade jornalística; produção e preservação de provas; e escuta qualificada com tratamento humanizado.

O ministro ressaltou que jornalistas mulheres enfrentam violência com peculiaridades, como ataques em massa nas redes. O governo estuda um decreto para violência de gênero nas redes sociais, com remoção rápida de conteúdo ilícito.

Avanços e impactos

A ministra dos Direitos Humanos, Janine Mello, afirmou que o protocolo institucionaliza políticas de proteção e valoriza a liberdade de expressão. A cerimônia também lembrou a morte do jornalista britânico Dom Phillips.

O evento reuniu autoridades, entre elas Sidônio Palmeira, da Secom, e Maria Rosa Guimarães Loula, secretária Nacional de Justiça. A cerimônia marcou o Dia do Jornalista, celebrado em 7 de abril.

Dados sobre violência contra jornalistas mostram queda de 9,1% em 2025 ante 2024, segundo o Relatório da ABR/Rádio e TV. Foram 66 casos, com maior incidência de violência física, seguidos por intimidações e censuras.

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