- A Bahia teve queda de 22% nas mortes violentas nos três primeiros meses de 2026, segundo a SSP-BA.
- Entre janeiro e março, foram 864 mortes violentas, ante 1.109 no mesmo período de 2025.
- A redução ocorreu em Salvador (queda de 29%), na Região Metropolitana (18,5%) e no interior (20,6%).
- A apreensão de armas aumentou 1,7%, totalizando 1.994 armamentos retirados de circulação no trimestre, com média de 22 por dia.
- O secretário Marcelo Werner destacou ações integradas, inteligência e investimentos como fatores da redução, citando operações que atingiram alvos em outros estados e países.
A Bahia registrou uma queda de 22% no número de mortes violentas nos três primeiros meses de 2026, segundo balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP-BA). O total no período foi de 864 casos, ante 1.109 ocorrências no mesmo intervalo de 2025. Salvador concentrou a maior redução, com queda de 29%, seguido pela Região Metropolitana (18,5%) e pelo interior do estado (20,6%).
Apesar da redução, o estado já foi apontado como o mais violento do país em números absolutos, com cinco cidades entre as 10 mais violentas do Brasil, conforme levantamento anterior. Os dados abrangem janeiro a março e reforçam a necessidade de monitoramento contínuo das dinâmicas de violência.
Entre janeiro e março deste ano, houve um aumento nas apreensões de armas de fogo. Ao todo, 1.994 armamentos foram retirados de circulação no trimestre, alta de 1,7% frente ao mesmo período de 2025. A média ficou em 22 armas apreendidas por dia, com destaque para 24 fuzis entre os itens apreendidos.
Atores, ações e perspectivas
Marcelo Werner, secretário estadual da Segurança Pública, enfatizou atuação integrada, ações de inteligência e investimentos como fatores centrais para a redução dos índices. A SSP-BA aponta que as operações ocorreram em todo o estado, com impactos também em outros estados e em ações internacionais. O objetivo, conforme a gestão, é manter o combate às facções de forma contínua.
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