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CPI do Crime Organizado: Galípolo afirma cooperação do BC e elogia investigações

Galípolo afirma que o Banco Central tem o dever de cooperar em investigações contra o crime organizado; Campos Neto não compareceu à sessão da CPI

Pessoa veste terno azul com camisa branca e gravata azul, falando em microfone. Fundo apresenta formas geométricas em tons de bege e marrom, sugerindo ambiente formal como conferência, reunião ou entrevista.
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  • O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou à CPI do Crime Organizado que o BC tem o dever de cooperar no combate a facções criminosas.
  • A declaração ocorreu nesta quarta-feira, 8, em Brasília, durante a sessão.
  • O ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, não compareceu à sessão.
  • Galípolo afirmou que o BC atua com instituições que têm competência legal e técnica para investigar o crime organizado.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou durante depoimento à CPI do Crime Organizado nesta quarta-feira, em Brasília, que a instituição tem o dever constitucional de cooperar com órgãos e instituições que têm competência legal e técnica para investigação de crimes organizados. A fala reforça a atuação conjunta no combate a facções criminosas. Roberto Campos Neto, ex-presidente do BC, não participou da sessão.

Segundo Galípolo, a cooperação é parte central da estratégia institucional para enfrentar atividades ilícitas que impactam o sistema financeiro e a economia. O objetivo é integrar ações entre autoridades, bancos e órgãos de fiscalização para ampliar a capacidade de investigação e de propositura de medidas preventivas.

Papel do BC no combate ao crime organizado

O depoimento ocorreu em meio a debates sobre a cooperação entre o Banco Central e agentes públicos na repressão a crimes financeiros. O presidente do BC ressaltou que a atuação conjunta deve ocorrer com instituições que possuem legitimidade e recursos técnicos adequados para apurar e coibir atividades criminosas. A ausência de Campos Neto na sessão é observada pela comissão, sem apresentação de justificativa pública.

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