- Lula disse que o Brasil não pode ficar vulnerável no cenário internacional e anunciou a criação do Ministério da Segurança Pública, separado da Justiça, logo após a aprovação da PEC da Segurança.
- Em entrevista ao portal ICL Notícias, o presidente criticou um líder que considera “imperador” e alertou para riscos geopolíticos, dizendo que pode haver invasão ao Brasil.
- O presidente criticou brasileiros que vão aos Estados Unidos pedir que Trump invada o Brasil, afirmando que o país não pode permitir interferências externas.
- Caso Trump questione o processo eleitoral brasileiro, o governo deverá reagir politicamente; segundo Lula, não haverá guerra e há 201 anos de relações diplomáticas.
- Em campanha para o quarto mandato, Lula afirmou que a extrema-direita representa ameaça à democracia e que a defesa da democracia será central na disputa, com foco em direitos e melhoria de vida.
Diante do cenário internacional, o presidente Lula afirmou que o Brasil não pode ficar vulnerável e anunciou a intenção de criar um Ministério da Segurança Pública separado da Justiça. A declaração ocorreu em entrevista ao portal ICL Notícias, publicada nesta quarta-feira.
Segundo Lula, há no cenário global um líder que age como imperador, em crítica indireta a Donald Trump. O presidente também alertou para riscos geopolíticos e afirmou que o país não pode permitir invasões ou pressões externas. A entrevista reforçou a defesa de maior rigor na segurança nacional.
O chefe do Executivo frisou que o Brasil precisa pensar a segurança com seriedade, especialmente diante de possíveis ameaças. Além disso, citou críticas de brasileiros que, segundo ele, pedem intervenção externa com o objetivo de favorecer interesses externos.
Plano de Segurança Pública e orçamento
Lula informou que, após a aprovação da PEC da Segurança, será anunciada a criação do Ministério da Segurança Pública já com orçamento. A decisão deve ocorrer na semana seguinte à sanção da PEC.
O presidente destacou que nenhum líder estrangeiro tem o direito de questionar as eleições brasileiras. Mesmo assim, disse que, se ocorrer qualquer tentativa, o governo reagirá politicamente, mantendo o país fora de conflitos.
Rumo à campanha e defesa da democracia
A menos de iniciar campanha para o quarto mandato, Lula afirmou que a extrema-direita representa ameaça à democracia. O presidente disse que o movimento busca atacar instituições e ampliar ataques à Suprema Corte.
Entre as prioridades da campanha, Lula colocou a defesa do regime democrático no centro da disputa. Segundo o presidente, democracia envolve voto, direitos e melhoria de vida para a população, não apenas participação eleitoral.
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