- A presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia, antecipou a saída da corte para 14 de abril, durante sessão desta quinta-feira, 9 de abril de 2026.
- Kassio Nunes Marques será o novo presidente do TSE e André Mendonça ficará na vice-presidência; ambos foram indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
- A decisão visa manter a tranquilidade administrativa durante o ano eleitoral de 2026, evitando que a transição ocorra muito perto das eleições.
- O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro e o segundo turno para 25 de outubro.
- Na nova composição, Dias Toffoli assume a terceira vaga entre ministros do Supremo; Mendonça fica como vice-presidente e Antônio Carlos Ferreira encerra seu primeiro biênio, cedendo espaço a Ricardo Villas Bôas Cueva como corregedor-geral eleitoral.
Cármen Lúcia anunciou nesta quinta-feira a antecipação de sua saída do Tribunal Superior Eleitoral. A presidência do TSE ficará com Kassio Nunes Marques, após votação simbólica marcada para 14 de abril. A decisão visa preservar a tranquilidade administrativa durante o ciclo eleitoral.
A ministra explicou que deixar a cadeira antes das eleições evita que o biênio de Kassio seja reduzido pela proximidade do pleito. Com a mudança, equipes devem ser formadas com antecedência para o monitoramento das Eleições de 2026.
Segundo ela, manter a presidência até o fim da gestão reduziria para pouco mais de 100 dias o tempo de Kassio para conduzir o processo eleitoral. O objetivo é preservar o funcionamento colegiado da corte.
Nova Composição
Kassio Nunes Marques assumirá a presidência, e André Mendonça ficará na vice-presidência. Ambos foram indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
O 1º turno das eleições de 2026 está previsto para 4 de outubro, com o 2º turno em 25 de outubro. Mendonça termina o 1º biênio em 25 de junho de 2026 e deve permanecer na Corte por mais dois anos.
Dias Toffoli passa a integrar a 3ª vaga destinada a ministros do STF. Antonio Carlos Ferreira encerra o 1º biênio em 19 de setembro e, pela tradição, ocupa o assento por dois anos. Após sua saída, Ricardo Villas Bôas Cueva assume a função de corregedor-geral eleitoral.
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