- Marcel van Hattem chamou Davi Alcolumbre de omisso e cúmplice em vídeo postado no X na quarta-feira, 8 de abril de 2026.
- O deputado pediu a prorrogação da CPI do Crime Organizado, afirmando que a investigação está sendo tolhida por fins políticos.
- No vídeo, ele cita supostas informações envolvendo o Banco Master, o ministro do STF Alexandre de Moraes e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, dizendo que uma viagem a Londres foi custeada pela PF.
- Van Hattem afirma que pretende renovar o Senado, com a eleição da nova presidência, além de abrir processos de impeachment contra ministros do STF; ele se colocou como pré-candidato.
- O material apresenta mais de 59 mil visualizações e reforça a defesa de mudanças na composição da Casa neste ano.
Marcel van Hattem, deputado federal pelo Novo (RS), chamou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de omisso e cúmplice em uma publicação no perfil dele na rede social X, na quarta-feira, 8 de abril de 2026. A postagem continha um vídeo e já soma mais de 59 mil visualizações.
Na gravação, o parlamentar afirma que o Senado precisa de um presidente que não seja nem omisso nem cúmplice, citando Alcolumbre de forma direta. O conteúdo aborda, ainda, informações que o deputado alega envolver o Banco Master e o ministro do STF Alexandre de Moraes.
Van Hattem também menciona o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmando que uma viagem a Londres teria sido financiada pela instituição financeira mencionada. A declaração ocorre em meio a críticas à decisão de não prorrogar a CPI do Crime Organizado neste ano eleitoral.
O deputado aponta a suposta influência política sobre investigações e critica decisões do STF, citando o ministro André Mendonça como responsável por dar continuidade às apurações. O tom é de cobrança institucional sobre o andamento de investigações.
Em outro trecho, Van Hattem defende a renovação do Senado nas eleições de 2026, dizendo que a escolha dos senadores seria a mais importante para o país. O congressista afirmou ser pré-candidato e sinalizou interesse em mudanças na composição da Casa.
A publicação também abordou o tema da CPI do Crime Organizado, com o deputado afirmando que a comissão estaria sendo tolhida por fins políticos. Não houve confirmação oficial sobre a extensão ou prorrogação da CPI por parte de autoridades da Câmara ou do Senado.
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