- Lula escolhe José Guimarães como novo articulador político, para comandar a Secretaria de Relações Institucionais e atuar como ponte entre o Planalto e o Congresso; vaga aberta desde a saída de Gleisi Hoffmann.
- Lindbergh e Janones chamam Flávio em vídeo de “vagabundo”; senador planeja processar os deputados por ataques nas redes sociais.
- Valdemar Costa Neto viaja aos Estados Unidos para apaziguar relação entre Eduardo e Nikolas, buscando conter tensões internas às vésperas do ciclo eleitoral.
- Galípolo isenta Campos Neto no Master, desfazendo narrativa do PT sobre falhas internas no Banco Central.
- Alcolumbre convoca sessão para 30 de abril para votar veto de Lula ao PL da Dosimetria; Congresso deve apreciar a medida com maior celeridade.
O Congresso Nacional vive um momento de movimentação política e institucional. O governo busca reorganizar a interlocução com o Congresso, enquanto ações judiciais e decisões administrativas ganham repercussão entre aliados e adversários. A agenda envolve votações, atos públicos e iniciativas de partido.
Entre disputas, acordos e estratégias, a pauta abrange desde nomeações e cargos até votações de veto e investigações em curso. Os desdobramentos indicam uma temporada de definições que podem impactar o cenário parlamentar e o equilíbrio entre os poderes.
Lula define novo articulador político
Lula escolheu José Guimarães para chefiar a Secretaria de Relações Institucionais. O objetivo é ampliar ponte entre o Planalto e o Congresso, substituindo Gleisi Hoffmann, cuja saída deixou a vaga vaga no cargo. Guimarães assume sob o formato de liderança do governo na Câmara.
Senadores desafiam o mesmo tema
Lindbergh e Janones usaram as redes para atacar Flávio Bolsonaro em vídeo, chamando-o de vagabundo. O episódio envolve críticas públicas entre aliados e opositores, com promessa de ações judiciais por ataques digitais.
Reunião do PL com foco externo
Valdemar Costa Neto, presidente do PL, anuncia viagem aos EUA para apaziguar relações entre Eduardo e Nikolas. A finalidade é reduzir tensões internas no partido antes do ciclo eleitoral próximo, segundo fontes do partido.
Projeção de força do PL
O PL projeta eleger 115 deputados em 2026, ampliando sua base após a janela partidária. A liderança afirma que o movimento fortalece a legenda e pode quebrar recordes anteriores da atuação parlamentar.
Congresso e o caso Campos Neto
O presidente do BC, Galípolo, isentou Campos Neto de falhas internas, desmentindo narrativa petista. A declaração visa atenuar críticas sobre gestão monetária e influenciar o debate sobre a autonomia da instituição.
Dosimetria e veto presidencial
Alcolumbre convocou sessão para 30 de abril para analisar veto ao PL da Dosimetria, com Lula tendo vetado integralmente o projeto que reduz pena para envolvidos no 8 de Janeiro e que beneficiava Bolsonaro. A votação deve ocorrer o quanto antes, segundo o presidente do Senado.
Justiça do DF e o peso político
A Justiça do DF condenou Gustavo Gayer por ofensas a Gleisi Hoffmann e a Lindbergh Farias. Parlamentares do PT comemoraram a decisão, enxergando-a como marco no combate à misoginia na política.
PT articula 1º de Maio
O PT organiza atos pelo fim da escala 6 X 1, com uma caminhada marcada para 15 de abril, incluindo participação de Lula e militância, com mobilização que segue até o Dia do Trabalhador.
Crítica de Alcolumbre pela CPI
Van Hattem acusou Alcolumbre de omissão e cumplicidade em vídeo nas redes, em tom que cobra a prorrogação da CPI do Crime Organizado. O efeito político envolve tensões entre Executivo, Legislativo e oposição.
BC aponta necessidade de reformulação
Galípolo afirmou que a autoridade monetária não tem condições adequadas há quase 10 anos. A crítica é à necessidade de um arcabouço institucional mais robusto, sem abrir mão da autonomia, segundo o presidente do BC.
Voto rápido sobre a Dosimetria
Alcolumbre sinalizou que a sessão de votação do veto ao PL da Dosimetria deve entrar na pauta com agilidade. A previsão é que o tema seja apreciado pelo Congresso em breve.
CPI do INSS recebe relatório
Governistas entregaram ao STF um relatório alternativo da CPI do INSS. O deputado Paulo Pimenta afirma que o material evidencia um possível esquema de corrupção durante o governo de Jair Bolsonaro.
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