- O deputado Júlio Lopes, do PP-RJ, criticou a política de preços do gás natural no Brasil e pediu intervenção mais firme do governo na Petrobras para reduzir custos no setor.
- Lopes afirmou que há espaço para reduzir o preço, especialmente na logística, sem comprometer a operação da Petrobras.
- Ele sugeriu intervenção para que o preço do gás natural tenha desconto nesse custo extraordinário já amortizado pela Petrobras.
- Embora seja acionista majoritário, o governo não interfere diretamente na gestão da Petrobras, que é uma empresa mista sujeita a regras de governança.
- O tema ganhou força após críticas à política de preços da Petrobras e em contexto de operações envolvendo leilões e contratos no setor, além de a Polícia Federal ter cumprido fase da operação Vem Diesel contra abusos no preço do gás de cozinha.
O deputado federal Júlio Lopes (PP-RJ) criticou a política de preços do gás natural no Brasil durante um evento no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (10/04/2026). Ele pediu intervenção mais firme do governo federal na Petrobras para reduzir custos no setor.
Lopes afirmou que há espaço para diminuir o preço, principalmente na logística, sem comprometer a operação da estatal. Ele destacou que é possível um desconto no custo extraordinário que já foi amortizado pela Petrobras.
Mesmo sendo acionista majoritário, o governo não interfere diretamente na gestão da Petrobras, por ser uma empresa pública com regras próprias de governança. A fala ocorre em meio a debates sobre o modelo de precificação e operações com leilões.
Na quinta-feira (09/04), a Polícia Federal cumpriu a segunda fase da operação Vem Diesel, para fiscalizar distribuidoras e revendedoras de GLP, em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor e a ANP. O tema ganhou força após mudanças na direção da Petrobras e críticas do presidente Lula à política de preços.
Contexto e desdobramentos
O episódio se insere em um momento de avaliação de contratos e do modelo de comercialização de gás no país, com monitoramento contínuo de preços pelo governo e por órgãos reguladores. As autoridades analisam impactos para consumidores e cadeias logísticas.
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