- O ministro Alexandre Silveira afirmou que, no 1º semestre, o governo deve avançar com o E32, aumentando a mistura de biocombustíveis no diesel de 30% para 32%.
- A declaração ocorreu durante a Latam Energy Week, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira, 8 de abril de 2026.
- Atualmente, o Brasil importa cerca de 27% do diesel consumido, e a ampliação da mistura seria uma estratégia para reduzir essa dependência.
- O governo diz que medidas emergenciais, como redução de impostos e subsídios, vêm sendo adotadas para enfrentar a instabilidade global nos preços de energia.
- Silveira enfatizou a importância de autossuficiência energética, mencionando também valorização das terras raras e a posição estratégica do Brasil ao combinar petróleo com fontes renováveis.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou durante a Latam Energy Week, no Rio de Janeiro, que o governo pretende manter no 1º semestre a implementação do E32, aumentando a mistura de biocombustíveis no diesel de 30% para 32%. A medida busca ampliar a independência energética brasileira.
Silveira destacou que a estratégia faz parte de um esforço para reduzir a dependência de importações, já que o Brasil hoje importa cerca de 27% do diesel consumido. A ampliação da mistura seria uma resposta à instabilidade mundial e aos impactos sobre o preço dos combustíveis.
Contexto e impactos
O ministro afirmou que o governo tem adotado ações emergenciais para mitigar efeitos da volatilidade global, como redução de impostos e subsídios para evitar repasse ao consumidor. Também ressaltou a necessidade de diversificação da matriz energética nacional.
Silveira enfatizou que o Brasil busca posicionar-se estrategicamente ao combinar produção de petróleo com fontes renováveis. O governo também relembrou planos de valorização de terras raras para fortalecer a cadeia produtiva nacional.
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