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Prefeito avalia recurso judicial contra parque solar

Governo aprova a maior fazenda solar do Reino Unido em Lincolnshire; prefeita avalia recurso judicial devido à perda de terras agrícolas e ao impacto na paisagem

Dame Andrea Jenkyns giving a speech at a conference she has short blond hair and is wearing a blue dress and a headset microphone
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  • A prefeita de Greater Lincolnshire, Dame Andrea Jenkyns, disse que avalia abrir uma revisão judicial após o governo aprovar o Springwell Solar Farm, o maior parque solar do país, em Navenby.
  • O empreendimento cobrirá uma área equivalente a 1.700 campos de futebol, terá armazenamento de bateria e poderá fornecer energia para 180 mil casas, segundo a EDF, seu desenvolvedor.
  • A decisão foi anunciada na quarta-feira pelo ministro de Energia, Michael Shanks, que afirmou que a usina ajudará a gerar energia limpa produzida no país e reduzir as contas.
  • Jenkyns afirmou que busca pareceres legais para avaliar uma possível ação judicial e que não desistirá da luta contra o projeto.
  • A aprovação veio após avaliação pública da Planning Inspectorate; moradores locais expressaram preocupações com a perda de terras, impacto na paisagem e segurança das baterias de íon de lítio, com produção prevista para 2029.

O município de Greater Lincolnshire aprovou a construção da maior fazenda solar do Reino Unido, a Springwell Solar Farm, próxima a Navenby. A decisão ocorreu após uma audiência pública junto ao Planning Inspectorate e recebeu aval do Departamento de Segurança de Energia e Net Zero. A obra envolve uma área equivalente a 1.700 campos de futebol e inclui um sistema de armazenamento de baterias. A usina deverá começar a gerar energia em 2029.

A prefeita da região, Dame Andrea Jenkyns, manifestou profundo desapontamento com a decisão. Ela já tem conhecimento de recursos jurídicos e diz buscar aconselhamento com especialistas em litígios para avaliar a possibilidade de abrir uma revisão judicial.

A EDF, empresa responsável pelo projeto, afirma que o complexo produzirá energia limpa e doméstica, contribuindo para a segurança energética do país e a redução de custos. A iniciativa foi defendida pelo governo como forma de diversificar a matriz elétrica. O anúncio foi feito pelo ministro da Energia, Michael Shanks.

Críticos locais levantaram preocupações sobre a perda de terras agrícolas, o impacto no cenário e a segurança das baterias de íon de lítio. O debate voltou a levantar questões sobre impactos ambientais, uso do solo e paisagismo na região de Navenby.

O empreendimento é visto por apoiadores como uma medida para reduzir a dependência de combustíveis fósseis e fortalecer a independência energética. O site deverá fornecer eletricidade a centenas de milhares de residências assim que entrar em operação, em cerca de cinco anos.

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