Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Delegado revisa inquérito e mantém ausência de interferência de Bolsonaro na PF

PF revisa inquérito sobre interferência de Bolsonaro e mantém conclusão de ausência de provas; Moraes ordenou a reabertura

Delegado considera que Bolsonaro não interferiu na PF durante governo
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Federal (PF), na gestão atual, revisou o inquérito sobre supostas interferências de Jair Bolsonaro na instituição e concluiu, pela segunda vez, que não há provas de crime.
  • O inquérito foi reaberto a pedido do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após a demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça, quando ele alegou ter havido pressão para trocas de comando na PF.
  • A PF manteve a conclusão de que não houve interferência indevida e o então procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu o arquivamento do caso.
  • O relatório aponta que não houve informações capazes de justificar imputações penais e cita que pedidos de compartilhamento de provas com Moraes não indicaram interferências.
  • O ministro Moraes enviou o processo ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, que pode solicitar novas diligências ou requisitar o arquivamento definitivo.

A atual gestão da Polícia Federal revisou a conclusão de um inquérito que apurava supostas interferências do então presidente Jair Bolsonaro na corporação. Pela segunda vez, a PF informou não haver provas de prática de crimes no caso. O STF ordenou a reabertura do processo, após o pedido de demissão do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, que alegou pressão presidencial para trocar comandos da PF.

A investigação original começou com o tema das demissões no comando da PF e envolvia o pedido de Moro para entender se houve interferência na instituição. A PF, na época sob Bolsonaro, concluiu pela ausência de interferência indevida e o Ministério Público Federal, então chefiado por Augusto Aras, pediu o arquivamento.

Sob o governo Lula, a PF efetuou nova revisão das evidências. O relatório assinala que não há elementos que justifiquem imputação penal no inquérito. O delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo, da DIP, cita que dados do inquérito das fake news não mostraram indícios de interferência nas decisões de Moraes.

O delegado também registra que eventuais atos de interferência observados nos inquéritos da relatoria de Moraes podem ser apurados nesses próprios procedimentos. Com isso, o caso foi encaminhado novamente ao STF para avaliação de novas diligências ou do arquivamento definitivo, conforme orientação do procurador-geral Paulo Gonet.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais