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Câmara decide futuro ministro do TCU em meio à indefinição na oposição

Câmara decide hoje o ministro do Tribunal de Contas da União; Odair Cunha é favorito, com apoio de doze partidos, enquanto avançam negociações para reduzir candidaturas

Odair Cunha (PT-MG) é o favorito para a disputa ao TCU e conta com apoio de Hugo Motta
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  • Câmara vota nesta terça-feira para escolher o novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), no lugar de Aroldo Cedraz, aposentado em fevereiro.
  • Odair Cunha (PT-MG) é o favorito, com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta, e de 12 partidos; a votação ocorre em apenas um turno no plenário.
  • há sete nomes na disputa, com negociações para reduzir o número de candidatos antes da votação.
  • candidaturas em negociação incluem Emar Nascimento (União-BA), Soraya Santos (RJ) e Danilo Forte (PP-CE), entre outros, com diferentes blocos buscando união de forças.
  • após a escolha pela Câmara, o Senado precisa confirmar o nome escolhido.

A Câmara dos Deputados vota nesta terça-feira (13) o nome que ocupará a vaga no TCU, substituindo Aroldo Cedraz, que se aposentou em fevereiro. A sessão ocorre no plenário da Casa, em Brasília, e o candidato será escolhido em um único turno.

Odair Cunha (PT-MG) desponta como favorito, com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e de mais 12 partidos. A candidatura dele recebe força de articulações em diferentes alas partidárias.

A disputa apresenta seis adversários, com siglas de oposição que vão do PL a centristas como PP, União e PSD. A pulverização de apoios pode favorecer Cunha, mas há quem busque reduzir o número de nomes para consolidar apoio a um único candidato.

Entre os concorrentes, Emar Nascimento (União-BA) sinalizou que ainda há espaço para negociações, admitindo a possibilidade de retirada de candidatura. Soraya Santos (PL) é defendida por parte do partido para ampliar chances, com foco em nome feminino.

Outro fator relevante é a tentativa de costurar apoio a um nome que não seja do PT. Sóstenes Cavalcante (PL), líder da bancada, afirma que a união de nomes pode favorecer a vitória, desde que haja viabilidade para consolidar apoio necessário.

Danilo Forte (PP-CE) afirmou que ainda não houve tempo suficiente para construir uma candidatura unificada, o que pode deixar o caminho indefinido até a votação. A decisão, porém, cabe ao plenário da Câmara, em voto único.

Após a escolha, o vencedor será submetido à confirmação pelo Senado, completando o processo para a nomeação ao TCU. A votação ocorre em meio a negociações intensas e a resistência de blocos que buscam ampliar ou reduzir elenco de candidatos.

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