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Zema requer prisão de Moraes e Toffoli, afirmações vão além de impeachment

Zema critica o Supremo Tribunal Federal, defende anistia a condenados de oito de janeiro e afirma que Moraes e Toffoli merecem prisão, não apenas impeachment

Pré-candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, em coletiva de imprensa ao lado do presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alfredo Cotait. (Foto: Luisa Purchio/Gazeta do Povo)
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  • O pré-candidato Romeu Zema criticou o STF e pediu o impeachment de pelo menos dois ministros, além de defender mudanças no processo de indicação para a Corte.
  • Zema também defendeu anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, dizendo que as condenações são injustas.
  • O ex-governador citou supostas ligações entre ministros e o Banco Master, apontando contratos e viagens como evidências de interesses no tribunal.
  • Ele declarou que dois ministros, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, não merecem apenas impeachment, mas prisão.
  • Zema ressaltou alianças com o PL em várias unidades da Federação, e afirmou que manterá sua pré-campanha até o final, com agenda em São Paulo.

Romeu Zema, pré-candidato à Presidência pelo Novo de Minas Gerais, criticou ministros do STF e pediu anistia para condenados pelos fatos de 8 de janeiro de 2023, em evento com lideranças na Associação Comercial de São Paulo. O ex-governador defendeu mudanças no processo de indicação para a Suprema Corte.

Durante a atuação, Zema afirmou que votaria por impeachment de pelo menos dois ministros, e defendeu uma lista já filtrada enviada ao presidente. Ele criticou ligações entre ministros e o Bank Master, destacando possíveis conflitos de interesse e a credibilidade da corte.

O ex-governador destacou que a Justiça não pode punir apenas quem depredou objetos, mas que há uma distorção ao não punir responsabilidades relevantes. Ele citou Moraes e Toffoli como alvos de intervenção, defendendo também uma revisão do controle de indicação para a Corte.

Contexto jurídico e político

Zema afirmou que as condenações de 8 de janeiro são injustas, defendendo um caminho de anistia para os condenados. O posicionamento se alinha a setores da direita conservadora e sinaliza aproximação com o senador Flávio Bolsonaro, com quem já tratou de uma possível chapa para 2026.

Agenda e alianças

A agenda em São Paulo incluiu encontros com representantes do mercado financeiro e uma apresentação do pré-plano de governo, com participação de Carlos Da Costa, próximo a Paulo Guedes. O Novo tem reforçado parcerias com o PL em vários estados, segundo o ex-governador.

Zema manteve o tom de que seu projeto é o mais próximo de propostas liberais, com ênfase em lei, ordem e economia de mercado. Ele reiterou a continuidade da pré-campanha até o fim do processo, sem abrir mão das propostas do partido.

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