- Bolsonaro apresenta evolução clínica satisfatória e melhora discreta no pulmão esquerdo, segundo relatório ao STF.
- A pressão está controlada; ele ainda reclama de fadiga, cansaço e desequilíbrio provocados pelas medicações.
- Relatórios apontam melhora da dispneia e da sua disposição, com ajuste na dosagem de medicamento que causa soluço, resultando em resposta satisfatória.
- Fisioterapia registrou crise de soluços de aproximadamente oito horas, causando fadiga muscular e dor dorsal durante os exercícios; acompanhamento segue com cargas controladas.
- Defesa informou indicação de cirurgia para dores no ombro direito; atendimento com ortopedista ocorre na residência desde 30 de março; prisão domiciliar humanitária de 90 dias permanece.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta evolução clínica satisfatória e melhora discreta no pulmão esquerdo, segundo relatório médico encaminhado ao STF nesta sexta-feira (17). Apesar do avanço, há episódios de dor e fadiga muscular durante o tratamento.
A pressão arterial permanece controlada, segundo os médicos. Contudo, Bolsonaro continua relatando fadiga, cansaço e sensação de desequilíbrio, atribuídos às medicações usadas no manejo das crises de soluço.
O relatório médico assinala que houve melhora do quadro pulmonar, com diminuição de dispneia e maior disposição para atividades diárias. Também houve ajuste na posologia de medicamentos para reduzir o impacto no equilíbrio.
Pelo menos dois documentos técnicos foram apresentados pela defesa. Um deles, assinado pelo médico Brasil Caiado, descreve a resposta positiva ao tratamento e a evolução do quadro digestivo, além do pulmão. Outro, de caráter fisioterapêutico, detalha episódio de soluços de oito horas.
O fisioterapeuta Kleber Caiado de Freitas descreve uma crise de soluços na segunda-feira anterior, que prejudicou a execução da fisioterapia. Durante os exercícios, o paciente mostrou fadiga muscular acentuada e dor dorsal associadas ao episódio.
A defesa também informou ao STF que há indicação de cirurgia para tratar as dores no ombro direito. Um ortopedista visitou Bolsonaro nesta semana, prescrevendo analgésicos e avaliando as dores, com atendimento realizado na residência desde 30 de março.
Bolsonaro recebeu autorização de prisão domiciliar humanitária por 90 dias, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, para a recuperação. Ele teve alta hospitalar anteriormente e ficou dois semanas no tratamento intensivo por broncopneumonia de origem aspirativa.
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