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Governo celebra derrubada de lei que proibia cotas raciais em SC

STF derruba por unanimidade lei de Santa Catarina que proibia cotas raciais; decisão reforça ações afirmativas e impacto políticas de inclusão

Imagem colorida de alunos no campus da UNB
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  • O STF derrubou, por unanimidade, a lei de Santa Catarina que proibia cotas raciais.
  • A lei foi sancionada em janeiro pelo governador Jorginho Mello e havia sido aprovada pela Assembleia em dezembro.
  • A suspensão da norma ocorreu por decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes.
  • O Ministério da Igualdade Racial celebrou a decisão e destacou a importância das ações afirmativas para o acesso e a permanência em espaços historicamente embranquecidos.
  • O caso chegou ao STF por meio de ações diretas de inconstitucionalidade; o ministério informou ter encaminhado parecer jurídico à Advocacia-Geral da União e oficiado a Ordem dos Advogados do Brasil após a aprovação.

O STF decidiu, por unanimidade, que a lei de Santa Catarina que proibia cotas raciais é inconstitucional. A decisão ocorreu em 17 de abril e envolve uma norma sancionada em janeiro pelo governador Jorginho Mello, do PL.

O Ministério da Igualdade Racial celebrou o veredito, destacando que as ações afirmativas ajudam no acesso e na permanência de pessoas negras em espaços historicamente brancos e na reparação de desigualdades.

O caso chegou ao STF por ações diretas apresentadas por partidos políticos e pela OAB. A lei havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa de SC em dezembro e suspensa de forma monocrática por Gilmar Mendes antes do julgamento.

Segundo o ministério, a observância dos direitos da população negra é fundamental para o avanço societal, evitando retrocessos no debate sobre igualdade racial e inclusão. O veredito foi acompanhado por 10 votos pela inconstitucionalidade.

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